As taxas de juro máximas a praticar no primeiro trimestre de 2011 nos cartões de crédito serão de 33,2%, um valor que não pára de aumentar. Segundo a Deco, a dificuldade de os bancos se financiarem leva a uma penalização crescente dos respectivos clientes.
As taxas de juro nos diversos tipos de crédito ao consumo estão mais baixas desde que o Banco de Portugal estabeleceu limites máximos (1.º trimestre de 2010). A excepção são os cartões de crédito, cuja taxa máxima já supera os 33%, uma tendência que se verifica desde o 3.º trimestre.
Estes limites do regulador são determinados com base nas Taxas Anuais de Encargos Efectivas Globais (TAEG) médias praticadas no mercado pelas instituições de crédito no trimestre anterior, acrescidas de um terço. Ou seja, a evolução das taxas máximas para cada tipo de contrato de crédito ao consumo indicia se as instituições financeiras estão a penalizar mais ou menos o cliente.
"A tendência é de subir os juros cobrados, facto que resulta também da dificuldade de os próprios bancos se financiarem. O mesmo se passa nos créditos habitação, nomeadamente através do aumento das margens ("spreads")", explica Joaquim Silva, responsável pela revista Dinheiro & Direitos da Deco Proteste. Ler Mais .......

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