A factura eléctrica que os consumidores vão pagar a partir de Janeiro traz incorporados 2.546 milhões de euros em custos de interesse económico e geral, os quais resultam exclusivamente de opções de política energética. O mesmo é dizer que não estão relacionados com a produção da energia, seu transporte, distribuição e comercialização.
Os dados da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) revelam que estes reflectem um aumento de 17 vezes face a 1999, ano em que foram contabilizados pela primeira vez.

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