quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Produtos anti-crise para fazer face à austeridade.


Multiplicam-se os produtos financeiros lançados pelos bancos para fazer face à austeridade. Conheça as mais recentes apostas da banca.
Se dúvidas existissem de que o país está em crise, bastariam apenas 10 minutos à frente de um computador a navegar pelos sites dos bancos para que todas as dúvidas se dissipassem. As campanhas dos bancos são um espelho da economia do país e um reflexo da preocupação das famílias.
Apesar da instabilidade assombrar os mercados desde o final de 2007, os efeitos da crise apenas começaram a reflectir-se de forma mais séria desde 2010. Desde então, a banca tem vindo a reestruturar a sua oferta de produtos, mas este fenómeno acentuou-se nos últimos meses com a comercialização de produtos e serviços bancários com um denominador comum: o de facilitarem a vida dos clientes na actual conjuntura. Ler mais....

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dicas para cortar nos gastos com prendas de Natal 2011


Pequenos gestos podem fazer toda a diferença para evitar ficar com a carteira esvaziada este Natal.
Não existem muitas dúvidas de que o Natal é uma época do ano em que é exigido um maior esforço financeiro a muitas famílias. Conheça algumas dicas que o podem ajudar a reduzir a factura de gastos com as prendas de Natal.
1. Faça um mealheiro: 
Para evitar maiores "apertos" na altura das compras de Natal comece a colocar de parte com antecedência algum dinheiro. Sempre que tiver uma maior folga orçamental deposite algumas moedas nesse mealheiro.

2. Compre com antecedência: 
Não guarde para comprar prendas nos dias mais próximos do Natal. Nessa altura, o leque de opções é mais restrito bem como mais fácil é ceder a uma compra precipitada devido à pressa e ao facto das lojas e centros comerciais estarem apinhados. Ler Mais ....

Prestação da casa baixa em Dezembro

Quem tem o crédito indexado à Euribor a três meses vai ver a sua prestação cair perto de quatro euros este mês.
Os últimos tempos têm sido ricos em más notícias para os orçamentos das famílias portuguesas, mas alguns agregados deverão beneficiar de um ligeiro desafogo orçamental a partir do próximo mês. Apesar de ainda faltar um dia para o mês de Novembro terminar, já é possível sinalizar que em Dezembro alguns agregados familiares deverão ver os encargos com o empréstimo da casa baixar, atendendo à evolução das taxas Euribor ao longo deste mês. Os beneficiários desta boa notícia serão as famílias com crédito à habitação indexado à Euribor a três meses. Por sua vez, quem tiver o crédito associado às Euribor a seis e 12 meses deverá ter de esperar um pouco mais para ver os encargos mensais com a prestação da casa diminuir. Ler Mais ....

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Euribor sem tendência definida após duas sessões de subidas

As Euribor estão hoje sem tendência definida entre os ganhos e perdas, após duas sessões de somas consecutivas na generalidade das maturidades. 

Antes das subidas, as Euribor registaram quedas durante 12 sessões seguidas, devido ao corte da taxa de juro de referência da Zona Euro pelo Banco Central Europeu (BCE), no início de Novembro, para 1,25%.

Para além do corte da taxa de juro de referência da Zona Euro, o novo presidente do BCE, Mario Draghi, deu ainda a entender que poderia vir a baixar a taxa de juro novamente.

A taxa a um mês registou-se hoje inalterada nos 1,199%, e o indexante a três meses somou 0,2 pontos base para se fixar em 1,467%. A Euribor a seis meses manteve-se estável nos 1,694%.

Nas maturidades mais longas, a taxa a nove meses fixou-se inalterada nos 1,866%, e o indexante a doze meses recuou 0,2 pontos base para 2,029%.
As taxas interbancárias encontram-se hoje entre os ganhos e perdas, sem tendência definida após duas sessões de avanços consecutivas.
Fonte: Jornal de Negócos

Sem crédito isto vai correr mal..

Na semana passada perguntei a Vítor Gaspar e a Poul Thomsen se a economia portuguesa não enfrenta um 'credit crunch', susceptível de agravar a recessão de 2012.
Ambos afastaram esse cenário, embora Thomsen tenha sido mais enfático: o homem do FMI reconheceu que houve uma acentuada desaceleração no crédito, mas que não há sinais de que as empresas estejam a ser afectadas. E reafirmou, com Rasmus Rüffer, do BCE, que é um dos aspectos que a troika vai analisar na próxima revisão do programa português. Vítor Gaspar acabaria por ser menos taxativo...

Quem tem razão? As autoridades ou as empresas que se queixam cada vez mais de um 'credit crunch'? É verdade que as empresas tendem a exagerar... e que, às vezes, procuram bodes expiatórios para os seus erros. Mas na questão do crédito é bem provável que tenham razão: até as melhores empresas (incluindo as que exportam e ganham dinheiro) estão sem crédito. Situação agravada pelo braço-de-ferro entre a banca e as autoridades. .. Ler Mais....