
Melhorar o desempenho ecológico e reduzir a factura da luz é cada vez mais uma preocupação dos consumidores. Mas o custo dos equipamentos, que usam energias renováveis, pode ser um entrave à acção. Como forma de incentivar o uso de tecnologias verdes, o Governo criou em 2009 um incentivo à compra de painéis solares, bem como uma linha de crédito. O incentivo durou menos de um ano, mas a possibilidade de pedir financiamento para este fim continuou. A DECO analisou 11 produtos de nove bancos e concluiu que as taxas de juro são interessantes, se comparadas com as do crédito pessoal.
Mas há soluções mais baratas. Com os dados dos bancos que responderam ao questionário, a Dinheiro&Direitos calculou a taxa anual de encargos efectiva global (TAEG) para dois cenários: um empréstimo de cinco mil euros a 24 meses, que permite instalar um painel solar térmico com capacidade para quatro pessoas e um consumo diário de 160 litros de água quente; e um crédito de 25 mil euros a 60 meses, para investir num painel fotovoltaico, o equipamento base da microgeração. Conclusão: no cenário dos cinco mil euros a 24 meses, a TAEG calculada para oito bancos fica acima da máxima permitida pelo Banco de Portugal.
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