segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Dez regras para investir melhor

Se está a poupar a pensar no longo prazo, troque depósitos por acções. Se tiver pouca experiência, salte para o comboio dos fundos de investimento.



Quando os mercados teimam em não recuperar das perdas acumuladas, até parece que é mais difícil investir. O PSI 20, o índice de referência para a praça alfacinha, ainda está ao nível de há cinco anos.

Muitos fundos que seguem de perto este e outros índices não conseguem sair da escuridão. Alguns investidores ainda estão para recuperar o dinheiro que investiram há mais de uma dúzia de anos. Contudo, as regras para investir melhor são as mesmas de sempre.


Muitos investidores, incluindo os profissionais, é que se esquecem delas. Desde que Benjamin Graham, o pai da análise fundamental das acções, começou a publicar livros para investidores, em 1934, que as principais normas para os investimentos saudáveis se mantêm.

1. Esqueça os depósitos a prazo

Se for ao banco constituir um depósito a prazo, é provável que receba uma taxa de juro bruta de cerca de 1,81 por cento por ano, mostram as estatísticas mais recentes do sector publicadas pelo Banco de Portugal. Depois de descontar os impostos sobre os juros, a rendibilidade dos depósitos desce para 1,42 por cento. Isso quer que 1.000 euros transformam-se em 1014,2 euros daqui a um ano. Contudo, para os 1.000 euros iniciais comprarem o mesmo que conseguem hoje, teriam de se capitalizar para 1019 euros, assumindo que a inflação se mantém no seu último valor oficial.


Estas contas mostram que os depósitos dos portugueses não estão a criar riqueza - nem a mantê-la. Na verdade, os depósitos a prazo tradicionais estão a gerar perdas de poder de compra para os seus titulares. Ler Mais ..


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