sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Wall Street perto de fechar 2010 com ganhos de dois dígitos

À entrada da última sessão do ano, Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 estão com valorizações anuais acima de 10%.
Isto apesar de estes três índices accionistas terem encerrado a sessão de hoje com quedas ligeiras. O industrial Dow Jones recuou 0,14%, enquanto o tecnológico Nasdaq e o S&P 500 regrediram ambos 0,15%. Fora dos mercados accionistas, o barril de crude recuava para baixo da barreira dos 90 dólares e o euro apreciava 0,5% face à divida norte-americana.

"Tivemos um mês verdadeiramente bom nas bolsas. Não admira que os investidores tenham feito uma pequena pausa após estas subidas. Contudo, os catalisadores continuam no terreno e isso pode sinalizar que 2011 será um ano decente para as bolsas", disse Walter Todd, gestor de fundos no Greenwood Capital, à Bloomberg.

A sessão de hoje fica sobretudo marcada por dois indicadores macroeconómicos: a queda de 422 para 388 mil dos pedidos de subsídio de desemprego na semana terminada a 25 de Dezembro, um valor melhor que o antecipado pelos economistas, e a subida em 3,5% dos contratos de compra e venda de imóveis nos EUA, em Novembro, um sinal de que o mercado imobiliário poderá estar a estabilizar.

Certo é que 2010 será lembrado como um ano de ganhos em Wall Street, dado que à entrada da última sessão do ano Dow Jones (11%), Nasdaq (17%) e S&P 500 (13%) apresentam ganhos de dois dígitos. Isto depois de no ano passado terem emagrecido cerca de 40%.

Governo acaba com capital social mínimo de 5000 euros para constituir empresas

O Conselho de Ministros aprovou ontem a eliminação do capital social mínimo de 5000 euros para se poder constituir uma sociedade por quotas. Os sócios vão poder escolher livremente o valor que entenderem - mesmo que seja um euro.

Além de não ser necessário um capital social mínimo para abrir uma empresa - "uma exigência que já não se justifica", realçou o ministro da Presidência -, o investimento será igualmente mais fácil no momento da constituição da sociedade. Os sócios só terão que depositar o valor do capital social no final do primeiro ano do exercício económico, quando actualmente é obrigatório disponibilizar o dinheiro logo no momento da constituição da empresa.

Estas medidas, anunciadas no final da reunião do Conselho de Ministros, inserem-se no programa Simplex e "visa contribuir para reduzir os custos de contexto" e "promover o empreendedorismo", afirmou o ministro da Presidência em conferência de imprensa. 

São iniciativas que "foram já recomendadas em relatórios internacionais de simplificação empresarial", disse Pedro Silva Pereira, acrescentando que têm sido adoptadas com sucesso em outros países como a Alemanha, França, Reino Unido, Japão e Estados Unidos da América. "Além de ser uma iniciativa de combate à burocracia, é também uma maneira de estimular a atractividade da economia portuguesa", adiantou. Ler Mais.......


quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Produção industrial cresce pela primeira vez em 4 meses


O índice de produção industrial avançou 0,7% em Novembro, quer em termos mensais quer face ao mesmo mês do ano passado, revelou hoje o INE.
O índice de produção industrial em Portugal registou em Novembro uma progressão de 0,7%, resultado superior em 2,7 pontos percentuais ao observado em Outubro, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
"Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens de Investimento apresentaram contributos, para a variação do índice agregado, de igual intensidade, mas de sinal contrário que se anularam", lê-se no relatório do INE.
O agrupamento de bens de consumo duradouro registou o melhor desempenho, ao progredir 6,8%, em Novembro face ao período homólogo, enquanto a produção de bens de investimento caiu 9,9%. A secção da Indústria Transformadora, por sua vez, apresentou uma subida de 0,4% também em comparação com o mesmo mês de 2009 (-1,7% no mês anterior).
Em termos mensais, o índice de produção industrial cresceu 0,7%, depois de uma quebra de 1,9% em Outubro, adianta ainda o INE.

Juro dos certificados de aforro cai para 1,116% em Janeiro


A taxa a pagar pelo Estado nas subscrições realizadas no primeiro mês de 2011 será de 1,116%.
Trata-se de um valor mais baixo que os 1,134% pagos em Dezembro e também um número inferior à estimativa do Governo para a inflação do próximo ano, de 2,2%.
A rendibilidade dos certificados de aforro está directamente associada à evolução da Euribor a três meses, pelo que esta descida da remuneração em Janeiro reflecte a quebra desta taxa ao longo deste mês.
Este cenário poderá, no entanto, inverter-se no próximo ano. Se se confirmar uma subida da taxa de referência do Banco Central Europeu (BCE), as Euribor deverão reagir em conformidade, impulsionando assim os juros dos certificados de aforro.
Certo é que a popularidade deste produto de poupança caiu de forma abrupta nos últimos anos - perderam-se mais de 100 mil investidores desde 2008 - , devido sobretudo a duas razões: a alteração da fórmula de cálculo dos juros e o lançamento dos novos certificados do tesouro.

Gripe Attack! Como um vírus invade o seu corpo

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2011: o euro, Obama e a ameaça dos dominós

Se T. S. Elliot tiver razão, o tempo presente e o tempo passado estão ambos presentes no tempo futuro. Por isso, antever 2011 começa na análise do legado do ano inesperado que foi 2010.


O ano de 2011 deverá responder a duas grandes incógnitas do mundo ocidental: a sorte do euro (e, portanto, dos europeus e dos portugueses) e o futuro do Presidente Barack Obama ou, mais precisamente, da política norte-americana.

O Outono trouxe uma surpresa alarmante: um país do euro pode falir, o euro pode morrer e, inclusive, matar “a Europa”. O colapso ou a reemergência verificar-se-ão em 2011. Se houver “apenas” meio desastre, com a saída de dois ou três países da moeda, será uma catástrofe económica para esses “periféricos”: estão em jogo os empregos, os salários, as pensões de reforma, as poupanças, as prestações sociais. É um cenário por enquanto improvável.

Depois da derrota democrata nas intercalares de Novembro e da tempestade do Tea Party, os EUA debatem-se entre uma política de adaptação à nova ordem mundial e fecharem-se no seu “excepcionalismo”, oscilando entre isolacionismo e nostalgia da era imperial.

A precipitação da crise das dívidas soberanas na Europa deve-se ao “tornado” da crise financeira americana. Os Estados foram forçados a uma custosa operação de defesa dos seus bancos. Mas o choque é desigual: as economias “sãs” resistem, as vulneráveis estão à beira do abismo.

É um vasto jogo de dominós que pode não ficar apenas pela Europa. Os analistas americanos temem o contágio: “A crise da dívida soberana que agita a zona euro pode atravessar o Atlântico” e anular a recuperação económica americana.  Ler Mais ....


Banco Central Europeu dá início a aumento de capital


O Banco Central Europeu (BCE) cumpre esta quarta-feira a primeira etapa de um aumento de capital em cinco mil milhões de euros, uma operação inédita na história da instituição. O reforço, para um total de 10,6 mil milhões de euros, é subscrito pelos 16 bancos centrais dos países da Zona Euro e é justificado com “a necessidade de garantir uma base de capital adequada a um sistema financeiro que cresceu consideravelmente”.

Para combater taxas voláteis de câmbio e superar os riscos de crédito, o BCE concretiza a primeira de três etapas do primeiro reforço de capital da sua existência. A segunda fase está prevista para o final do próximo ano e a terceira para o final de 2012. No fim, o capital social do Banco Central Europeu vai cifrar-se nos 10,6 mil milhões de euros. 

Mais de 3,4 mil milhões de euros, no bolo de cinco mil milhões, vão ser subscritos pelos bancos centrais dos países da moeda única. Em três anos, o Banco de Portugal subscreve 87,5 milhões de euros: perto de 30 milhões na primeira etapa da operação e 58,3 milhões nas restantes. 

Dados revelados esta quarta-feira pelo BCE mostram que os empréstimos da banca ao sector privado, na Zona Euro, aumentaram dois por cento em Novembro deste ano, por comparação com o mesmo período de 2010. Por outro lado, o crescimento dos empréstimos às famílias sofreu um recuo ligeiro, de 2,9 por cento para 2,7 por cento. No crédito à habitação, verificou-se uma retracção de 3,6 por cento para 3,4 por cento.

De acordo com os números do Banco Central Europeu, a massa monetária em circulação no espaço do euro (agregado monetário M3) aumentou 1,9 por cento em Novembro, depois dos 0,9 por cento de Outubro.





Famílias com crédito à habitação vão pagar mais 200 euros por ano

As famílias vão pagar mais cerca de 200 euros por ano nas prestações do crédito da casa, a partir do próximo ano, informa o Diário Económico.
Quem tiver o crédito à habitação indexado à taxa Euribor a 12 meses passará a pagar mais 13,94 euros por mês em 2011, o que se traduz em mais 167 euros ao final de um ano. 
A simulação teve em conta um valor de 10 mil euros em dívida, com 1% de ‘spread’, a ser pago durante 20 anos. 
No entanto, também, quem tiver a crédito à habitação indexado à taxa Euribor a seis meses sentirá este agravamento. 
No ano 2011, as taxas Euribor poderão subir mais cedo do que é esperado sobretudo devido à influência da taxa de juro de referência. 
O BCE já aboliu, entretanto, as operações de prazos mais dilatados, a seis e 12 meses, e tem vindo a alertar para a elevada dependência das instituições financeiras.

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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Queen - We are the champions legenda-br

A MaxFinance Portugal em crescimento 2010

Maxfinance atinge os €300M de volume de negócio antes do final de 2010 
A Maxfinance acaba de anunciar que atingiu os 300 milhões de euros de volume de negócio dois meses antes de o ano terminar. 

De acordo com a empresa, o crescimento foi na ordem dos 92% face a igual período em 2009. Junho foi o melhor mês/trimestre, com um volume de crédito contratado de 36 milhões de euros. Em 2009, a rede totalizou 207 milhões de euros de crédito contratado.

Desde então, a Maxfinance assinou mais quatro contratos de franchising para novas agências: Costa da Caparica, Oeiras, Lisboa – Expo e Alverca. A rede conta com um total de 58 franchisados e mais de 340 colaboradores. 

Trabalhar mais para receber o mesmo

Efeito do factor de sustentabilidade penaliza a pensão de reforma a que os portugueses têm direito.



Com a esperança média de vida dos portugueses a aumentar o efeito do factor de sustentabilidade, que recai sobre a pensão de reforma, tem vindo a ser cada vez mais penalizador para os portugueses. Desde 2008 que a aplicação deste factor impõe cortes à medida que aumenta a esperança de vida. Na altura ditou uma redução de 0,56% no valor da pensão, enquanto em 2009 essa diminuição já foi de 1,32%.
Perante a estimativa do Instituto Nacional de Estatísticas que situa a esperança de vida aos 65 anos, em 2010, nos 18,47 anos o corte será de 1,65%. Segundo cálculos do economista Eugénio Rosa, para 2011, tendo em conta o previsível aumento da esperança de vida, a descida será de 3,14%. Eugénio Rosa não tem dúvidas que os valores vão continuar a diminuir atingindo, por exemplo, os 27% em 2030 e os 45,8% em 2050. "O impacto deste elemento é muito grande e imediato, com as pessoas a verem as suas pensões reduzidas já em 2011. Terá impacto tanto na segurança social como função pública", salienta Eugénio Rosa.  Ler Mais......

136 famílias por mês pedem ajuda para pagar a casa

Mais de 2300 famílias afectadas pelo desemprego já usaram a linha criada pelo Estado em 2009. Deco diz que medida, que termina este ano, tem sido fundamental para  ajudar as famílias endividadas a manter um tecto sobre a cabeça. Mas nem todas conseguem...

Em 2010, uma média de 136 famílias por mês pediu ajuda ao Estado para pagar o empréstimo da casa ao banco. Do total de 1362 pedidos feitos, 1030 foram aprovados. Nestes casos, o Estado fica a pagar metade da prestação - até ao máximo de 500 euros e durante um prazo máximo de dois anos. Segundo a Deco, esta medida tem sido essencial para conseguir resolver a situação das famílias endividadas que lhes pedem ajuda.
No total, o Estado ajuda 2363 famílias através desta linha de crédito para a qual destinou 150 milhões de euros. Uma medida aprovada em 2009 e alargada até ao final deste ano, para apoiar os de-sempregados devido à crise. Mas as famílias nestas condições têm ainda até à próxima sexta- -feira, dia 31, para pedir este apoio, sendo que os principais bancos portugueses aderiram à iniciativa. O dinheiro não é dado, mas emprestado, só que a uma taxa bonificada (ver P&R).
Natália Nunes, responsável do Gabinete de Sobreendividamento da Deco, explica que os bancos também têm estado mais disponíveis para renegociar os créditos à habitação. "Temos sentido, nos últimos dois anos, uma maior disponibilidade para renegociar, ou aumentando os prazos ou através de um período de carência." Foi o que aconteceu no caso de uma família que acompanhou.
"Era um casal com um filho e o marido tinha perdido o emprego. Quando nos pediram ajuda já tinham prestações em atraso, não só no crédito à habitação, mas também do automóvel e de dois créditos pessoais", conta. Ler Mais .......

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Queen- Who wants to live forever- traduzido

Malparado: 2011 vai ser ainda pior

Recuperadores de crédito dizem que é cada vez mais difícil conseguir o dinheiro em falta.

Com o malparado a atingir sucessivos recordes, as empresas que se dedicam à recuperação extrajudicial de crédito têm cada vez mais trabalho. E 2011, garantem, será ainda pior, ou não estivesse o Orçamento do Estado para o ano que vem recheado de novas medidas de austeridade.

Em entrevista à Agência Financeira, o director executivo da Associação Portuguesa das Empresas de Recuperação de Crédito (APERC), António Gaspar, explica que o sector está em crescimento desde 2006 e que, com a crise financeira recente, o crescimento está a acelerar.

«Os últimos dados, de 2009, mostram que os nossos associados recuperaram 504 milhões de euros, o que corresponde a 1,3 milhões de processos», refere, acrescentando que os clientes destas empresas ¿ sobretudo bancos e financeiras ¿ pedem cada vez mais a ajuda dos profissionais quando os seus clientes, os consumidores e as empresas, deixam de pagar as prestações.

«Por causa da crise e outros factores acessórios, há cada vez mais pedidos de ajuda mas também é cada vez mais difícil para os nossos associados recuperar o dinheiro», explica. «E acredito que em 2011, com as medidas de austeridade que foram inscritas no Orçamento do Estado para o ano que vem, que vai deixar as pessoas ainda com menos rendimento disponível, a situação vai ser ainda pior».

O também economista e professor universitário sublinha que «muitas vezes as pessoas deixam de pagar por distracção, porque passou a data e se esqueceram, porque têm o vencimento domiciliado numa conta diferente, etc., e nesses casos, basta uma chamada de atenção» para que as pessoas regularizem logo a situação.

António Gaspar admite também que «a maioria dos casos que são para resolver» ficam encerrados após um primeiro telefonema. No entanto, admite, há casos em que é impossível recuperar o dinheiro, por exemplo, quando a família está de tal forma sobreendividada que a única solução é a insolvência.

Juro no crédito à habitação em máximos de quase 2 anos

As taxas de juro nos novos créditos à habitação continuam a subir, mostram dados do Banco de Portugal.



O boletim estatístico do Banco de Portugal, hoje divulgado, mostra que em Outubro as taxas de juro (TAEG) praticadas pelos bancos para quem faz novos créditos à habitação voltaram a subir. Segundo o supervisor bancário, a TAEG praticada em Outubro situou-se nos 3,79%. Para encontrarmos um valor tão elevado é preciso recuar a Março de 2009, altura em que este indicador se situava nos 3,88%.
A tendência de subida não é, no entanto, de agora. As taxas de juro nas novas operações do crédito à habitação estão a subir desde Janeiro deste ano. Os números reflectem as condições adversas que o sector financeiro atravessa. As dificuldades no acesso ao financiamento estão a levar os bancos a apertar os critérios de concessão de crédito às famílias, o que se reflecte no aumento dos ‘spreads' e das comissões praticadas.
Como tal não é de estranhar o facto da banca ter concedido menos crédito para a habitação em Outubro. Os números do boletim estatístico mostram que os bancos portugueses emprestaram apenas 729 milhões de euros para este efeito. É o valor mais baixo desde Fevereiro de 2009.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Desejo a todos Um Feliz Natal /I wish you a Merry Christmas

Todos nós temos o dever de construir um mundo melhor eles merecem, as nossas crianças. Amor e muitos abraços é isto que temos de espalhar todos os dias.

Desejo a todos Um Feliz Natal e Um Próspero Ano 2011 repleto de Saúde, Amor e Muito Bons Negócios.
I wish you a Merry Christmas and a Happy New Year of 2011 full of Love, Health and Money.



José Teixeira

    Recomendo ouçam este video---------------> Olhar para esse mundo é cheio de alegria e paz

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Operação Natal já está na estrada

A GNR promete mão pesada a quem não cumprir o Código da Estrada. Os 2.400 agentes que diariamente vão andar nas estradas em patrulha estão atentos acima de tudo ao excesso de velocidade e ao abuso do álcool.


A Operação Natal-Ano Novo 2010/2011 da GNR é, como habitualmente, dividida em dois períodos: o primeiro decorrerá de quinta-feira a domingo e o segundo do dia 30 Dezembro ao dia 2 Janeiro, nas principais estradas do país.
Este ano, a operação de trânsito Natal/Ano Novo será mais curta - quatro dias - do que no ano passado, porque as duas quadras coincidem com um fim de semana, sendo previsível que as pessoas regressem no domingo, depois de comemorarem o Natal em família, e no dia 2 de Janeiro, que calha também num domingo.
"Em permanência nós vamos ter por dia cerca de 2400 homens. Vamos empenhar em termos de auto e moto 1.100, em termos de fiscalização de álcool vamos dar muita importância nesta quadra vamos ter todos os aparelhos disponíveis, que são 1.200, e vamos empenhar, e isto é muito importante, todos os nossos radares durante esta operação", exlicou o Tenente Coronel Carlos Duarte, à TSF.
Os dados da Operação Natal de 2009 indicam que foram registados 1.287 acidentes, que provocaram seis mortos, 33 feridos graves e 355 feridos ligeiros.
No ano passado, na Operação Ano Novo, foram registados 1.259 acidentes, dos quais resultaram oito vítimas mortais, 28 feridos graves e 396 feridos ligeiros, em cinco dias.
A Operação Natal começou hoje às 00h00 e termina às 24h00 de domingo.

Energias renováveis: Taxas de juro pouco verdes

A maioria dos créditos para painéis solares é mais barata do que o crédito pessoal. As Escolhas acertadas permitem poupar mais de 200 euros por ano. Mas alguns bancos anunciam taxas acima das legais.
Em geral, recorrer às linhas de crédito específicas para a compra de equipamentos de energias renovável compensa face ao crédito pessoal normal.


Melhorar o desempenho ecológico e reduzir a factura da luz é cada vez mais uma preocupação dos consumidores. Mas o custo dos equipamentos, que usam energias renováveis, pode ser um entrave à acção. Como forma de incentivar o uso de tecnologias verdes, o Governo criou em 2009 um incentivo à compra de painéis solares, bem como uma linha de crédito. O incentivo durou menos de um ano, mas a possibilidade de pedir financiamento para este fim continuou. A DECO analisou 11 produtos de nove bancos e concluiu que as taxas de juro são interessantes, se comparadas com as do crédito pessoal.

Mas há soluções mais baratas. Com os dados dos bancos que responderam ao questionário, a Dinheiro&Direitos calculou a taxa anual de encargos efectiva global (TAEG) para dois cenários: um empréstimo de cinco mil euros a 24 meses, que permite instalar um painel solar térmico com capacidade para quatro pessoas e um consumo diário de 160 litros de água quente; e um crédito de 25 mil euros a 60 meses, para investir num painel fotovoltaico, o equipamento base da microgeração. Conclusão: no cenário dos cinco mil euros a 24 meses, a TAEG calculada para oito bancos fica acima da máxima permitida pelo Banco de Portugal.

Preço do ouro aumentou cinco vezes em 10 anos


O valor recorde, de 1.431,25 dólares, foi atingido este mês. Numa década a cotação quintuplicou.
A entrada no século XXI marcou um período de ouro para... o ouro. Em 2000, com a viragem de milénio sob a ameaça do ‘bug Y2K', o ano terminou com o registo de uma desvalorização de 5,47%. Mas, desde então, o ouro só conhece o caminho da subida.
A poucos dias de 2010 chegar ao fim, a matéria-prima segue com uma valorização de 26% e prepara-se para concluir o décimo ano consecutivo de ganhos. Ao final da tarde de ontem, o ouro estava a negociar a 1.386,94 dólares a onça, em Nova Iorque, cotação não muito distante do máximo histórico, de 1.431,25 dólares, atingido este mês, mais concretamente, no dia 7. Desde então, o preço tem estado a corrigir em baixa, movimento que o Barclays Capital classificou como uma "correcção saudável".
Num relatório de análise técnica de 17 de Dezembro, citado pela Bloomberg, o BarCap estima que o ouro regresse às subidas e chegue a 1.480 dólares a onça, novo máximo histórico. Os sucessivos recordes acontecem num cenário de receios sobre a dívida soberana na Europa e de manutenção de planos de estímulos monetários nos Estados Unidos, o que tem levado os investidores a escolherem o ouro como alternativa a outros activos. Ler Mais .....

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ameaça de ‘downgrade’ estende-se à banca nacional

Numa nota hoje divulgada, a agência Moody's revela que colocou sob revisão, com vista a um possível ‘downgrade', as classificações do Montepio e do BANIF. A agência recordou que os restantes bancos portugueses estão nessa situação desde 9 de Dezembro.

Se Portugal sofrer um corte no ‘rating’, os bancos sofrerão por arrasto.          

A Moody's ameaçou hoje rever em baixa o 'rating' de Portugal.O anúncio vem no seguimento de a Moody's ter avisado que vai rever a classificação atribuída à República portuguesa, devendo daí resultar um corte na classificação o que, a confirmar-se, tem efeitos imediatos nas notações atribuídas às empresas e aos bancos do País.

No entanto, em declarações à Lusa, a analista sénior da Moody's Kathrin Muehlbronner reconheceu que os bancos portugueses "têm níveis altos de capitalização" e por isso "não têm os problemas que os outros países têm". Contudo, "o problema prende-se com o acesso aos mercados financeiros e ao financiamento junto do Banco Central Europeu (BCE) e é isso que vamos avaliar", esclareceu.

A readaptação dos bancos de investimento após a crise


Uma regulação mais apertada obriga hoje o sector a reinventar-se para ter sucesso.
Na década passada, o mundo da banca de investimento foi atacado por um vírus. Acometido de um surto de "inveja do Goldman" instituições como o Morgan Stanley, Merrill Lynch e UBS - e os agora defuntos Lehman Brothers e Bear Stearns - aumentaram a sua exposição ao risco, de modo a replicar o forte crescimento dos lucros do Goldman Sachs.
Recurso a dinheiro de fundos para facilitar aquisições alavancadas, investimento em private equity e em fundos de investimento, venda títulos hipotecários e negociação por sua conta e risco tornaram-se algumas das actividades favoritas em Wall Street.  

Saiba como investir nos PPR

Analisar as rendibilidades dos últimos cinco anos é determinante na hora de escolher um PPR, diz a DECO.



Quem tem menos de 35/40 anos não deve investir num PPR. É que "só a partir dos 40 anos o efeito do benefício fiscal compensa", diz António Ribeiro, técnico da DECO Proteste. No entanto, a poupança não deve ser descurada. No estudo Poupança & Reforma da Deco, publicado em Outubro, a Associação de Defesa do Consumidor, explica que "para quem investe a longo prazo, o benefício fiscal dilui-se no tempo e, por isso, em prazos muito longos, a diferença de rendimento entre uma aplicação com benefício fiscal e outra sem, é pouco significativa". Assim, nesta faixa etária, "é mais rentável uma aplicação com forte exposição aos mercados bolsistas, nomeadamente fundos de acções ou mistos agressivos", conclui a DECO.
De facto, é importante escolher o produto mais adequado à idade. "Se tiver entre os 40 e os 50 anos, deve escolher um PPR com algum investimento em acções, sendo a melhor opção os PPR sob a forma de fundos", diz António Ribeiro. Para quem tem 50 anos ou mais, aconselha-se os seguros PPR, "produtos mais conservadores e que na sua maioria dão garantia de capital e rendimento minimo".  Ler Mais .......

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Os produtos financeiros que oferecem brindes

A crescente concorrência entre os bancos para cativar clientes e recursos financeiros está a levá-los a oferecer brindes como ‘gadgets’.


Já imaginou entrar num banco para abrir uma conta ordenado e sair de lá com uma máquina de café como brinde? Pois habitue-se a essa ideia. Longe vão os tempos em que a escolha de um cartão de crédito, conta ordenado, depósito a prazo ou crédito à habitação se resumia exclusivamente a olhar para a taxa de juro, ‘spread' ou comissões cobradas. A crescente concorrência e dificuldades de financiamento está a levar os bancos a "puxarem pela imaginação" para encontrar formas criativas de conseguir cativar mais clientes e recursos financeiros. Muitas instituições apostam em campanhas promocionais onde oferecem máquinas de café, iPod, ‘vouchers' para férias ou bilhetes de cinema na subscrição de produtos. Na maior parte dos casos para garantir o brinde basta domiciliar o ordenado na instituição, aderir a um cartão de crédito, subscrever um depósito ou celebrar um contrato de crédito à habitação. Numa ronda pelos sites dos maiores bancos nacionais, o Diário Económico encontrou este tipo de oferta promocional em nove instituições. A saber: CGD, Millennium bcp, BES, Santander, BPI, Montepio, Barclays, Popular e BBVA.  Ler Mais ...

PPR do Estado nunca rendeu tão pouco: 0,39%

A dívida pública portuguesa está a penalizar o produto de reforma gerido pelo Estado.



O Fundo dos Certificados de Reforma (FCR), gerido pelo Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS), acumula uma rentabilidade de 0,39% nos últimos 12 meses, penalizado pelos títulos da dívida portuguesa.
Trata-se do retorno mais baixo desde que este produto vocacionado para a reforma foi lançado em Março de 2008.
De acordo com os dados hoje divulgados pelo IGFCC, a dívida pública portuguesa, com um peso de 36,41%, foi a principal responsável pela baixa rentabilidade do fundo em Novembro, apresentando uma rentabilidade negativa de 6,17%.
As acções, por sua vez, com um peso 21,6%, registaram uma rentabilidade nos últimos 12 meses de 18,95%, a mais elevada entre as classes de activos que compõem o fundo.
A 13 de Dezembro, o FCR valia 15,4 milhões de euros, com a maior aposta concentrada nos títulos de dívida pública de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), com um peso de 40,95%.

Petróleo e ouro aceleram, Açúcar em máximos de 29 anos

Os investidores continuam a apostar que 2011 será mais um ano de ouro para as matérias-primas.



O açúcar continua a ser dos que mais valoriza, tendo tocado hoje em máximos de 29 anos, em Nova Iorque, enquanto vão crescendo os receios de que as reservas da Índia e do Brasil não consigam responder aos níveis de procura. O preço do açúcar amarelo para entrega em Março de 2011 subiu 3,1% para 33,5 cêntimos por libra (cerca de 500 gramas), o valor mais elevado desde 1981.

Por seu lado, o cacau para entrega a três meses avançou também 1,5% para negociar nos 3.004 dólares por tonelada, enquanto o preço do café acompanha a tendência, ainda que com ganhos mais ligeiros.  Ler Mais .....

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Passes sociais e bilhetes dos transportes vão subir até 4,5%

Ao fim de três anos sem ajustar preços nos transportes, o Governo aplica aumentos acima de 2,2%, o valor da inflação previsto para 2011.



O ministro dos Transportes e Obras Públicas confirmou, ontem, que o preço dos bilhetes dos transportes vai aumentar entre 3,5% e 4,5% no próximo ano. Na base destes aumentos, que não se verificavam desde 2008, estão mecanismos de ajustamentos de preços que têm por base a evolução do preço dos combustíveis, da inflação e dos custos com pessoal das transportadoras. O aumento previsto, no entanto, é superior à inflação estimada para este ano de 2,2%.
Segundo António Mendonça, os passes sociais vão aumentar 3,5% e as restantes tarifas de transporte vão subir até um máximo de 4,5%. Em causa estão todos os passes sociais nas áreas metropolitanas de Lisboa e o Porto, bem como os títulos do transporte rodoviário urbano e interurbano até 50 km, ferroviário e fluvial.
Ontem, à margem da cerimónia de inauguração do novo troço ferroviário Alcácer do Sal/Grândola, o ministro dos Transportes justificou os aumentos dos transportes em 2011: "Desde 2008 que não há aumento dos transportes, este ano houve um ajustamento relacionado com o aumento da taxa do IVA [aumento da taxa mínima de 5% para 6%, que levou a um ajustamento do preço dos transportes a partir de 1 de Julho]. Estes aumentos são normais tendo em conta os mecanismos de ajustamentos de preços que estão previstos".  Ler Mais ...