segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Primeiro laboratório de nanofabricação em Portugal inaugurado


Cavaco Silva irá estar presente na cerimónia de inauguração do laboratório no campus da FCT no Monte da Caparica, em Almada.
O primeiro laboratório de nanofabricação em Portugal, a funcionar na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL), é inaugurado hoje e vai permitir que Portugal seja mais competitivo no domínio das nanotecnologias.
Em declarações à agência Lusa, a cientista do Centro de Investigação de Materiais (CENIMAT) da FCT-UNL afirmou que "só foi possível construir este laboratório devido ao apoio do Conselho Europeu de Investigação", que concedeu em julho de 2008 à investigadora uma bolsa de 2,25 milhões de euros, a maior atribuída até agora a um cientista português.
Sem este equipamento, que custou cerca de um milhão de euros, a equipa de Elvira Fortunato "não podia continuar o trabalho que pretende desenvolver sem sair do país, porque não existe em Portugal nenhum equipamento do género".
Ou seja, "para poder dar o salto em frente" numa área que é de ponta, e "em que o mundo inteiro está a investir", era "forçoso ter estas ferramentas". O laboratório, disse a investigadora, vai permitir que o país seja "ainda mais competitivo nesta área". Ler Mais...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

CGD cria rede europeia de capital de risco


Jorge Tomé vai ser o presidente do European Venture Club, uma rede para capital de risco.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) lançou-se na aventura de criar uma rede europeia de capital de risco, e foi bem sucedida. Através da Caixa Capital, o banco do Estado criou um clube de operadores europeus de capital de risco, para dar escala e dimensão à actividade de apoiar empresas que se lançam apostando em tecnologia e inovação. Na prática esta rede permite dar aos projectos empresariais de PME´s (pequenas e médias empresas) uma oportunidade de terem investimento oriundo de vários países europeus.
Um dos grandes problemas das PME´s é a capacidade limitada de aceder aos mercados internacionais. Estão limitados ao mercado doméstico, porque não têm uma série de instrumentos, como um ‘rating' atribuído, para poder obter financiamento internacional. Segundo Jorge Tomé, presidente da Caixa BI, e que nos primeiros dois anos vai ser o presidente do clube (EVC - European Venture Club), esta iniciativa vem resolver a questão do acesso das PMEs aos mercados internacionais.
Fonte Economico

Alerta sobre actividades de consultoria e mediação financeiras

Têm chegado ao conhecimento do Banco de Portugal diversas situações de pessoas colectivas e singulares que – apresentando-se junto do público como consultores ou mediadores financeiros – obtêm dos seus potenciais clientes a entrega de quantias em dinheiro (a título de comissões, adiantamentos, despesas, honorários, etc.), sem que aparentemente venha a verificar-se a contrapartida da prestação de qualquer serviço efectivo de consultoria ou mediação financeira.

Os casos mais frequentes relacionam-se com pedidos de crédito que não obtêm satisfação (em regra, com o pretexto de “não aprovação” da proposta apresentada), sem que se proceda a qualquer devolução das quantias já pagas pelo cliente.
A este respeito, o Banco de Portugal divulga os seguintes esclarecimentos e advertências:

a) A prestação de serviços de consultoria ou de mediação financeira é uma actividade lícita, mas as entidades que a exercem não se encontram sujeitas à supervisão do Banco de Portugal e não constam do registo de entidades por este autorizadas;
b) Consequentemente, o Banco de Portugal não tem competência para regular, fiscalizar ou sancionar tais entidades, nem para apreciar queixas ou reclamações relativas à sua actuação;
c) A prestação de serviços profissionais de consultoria ou mediação financeira não pode, em caso algum, envolver a concessão de crédito a qualquer título, pelo que a obtenção de empréstimos através destas entidades depende sempre de decisão de uma instituição autorizada e não pode resultar da simples assinatura de um contrato de consultoria ou mediação.

Lisboa, 23 de Fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Casa paga no desemprego

Incapacidade temporária, desemprego involuntário e hospitalização. São estas as situações cobertas pelos seguros de protecção ao crédito. Saiba quanto custa salvaguardar a prestação da sua casa.


Garantir que a casa fica paga caso fique desempregado ou incapaz de trabalhar. É disto que tratam os seguros de protecção ao crédito, frequentemente ligados aos empréstimos à habitação. Objectivo: reduzir o número de maus pagadores e o montante de crédito mal parado. De acordo com os dados do inquérito do Banco de Portugal aos bancos sobre o mercado de crédito, a concessão de empréstimos à habitação tornou-se mais restritiva no último trimestre de 2010. Com uma taxa de desemprego de 10,9% no terceiro trimestre do ano passado, será que "mais vale prevenir do que remediar?" 

O Negócios contactou os dez bancos com mais recursos captados, segundo os dados mais recentes da Associação Portuguesa de Bancos, para saber que solução propõem a quem quer salvaguardar a prestação do seucrédito à habitação. O cenário é o seguinte: "Tenho 35 anos, estou efectivo há cinco na empresa onde trabalho e tenho um crédito à habitação de 100 mil euros, a 30 anos, indexado à Euribor a 6 meses e 'spread' de 2,5%. Quero garantir que a prestação da minha casa fica assegurada caso fique no desemprego. Que produto têm para me proteger desta situação?"


Seguro grátis no BES

No BES, o Seguro de Protecção ao Crédito é gratuito. Cobre a prestação mensal em caso de desemprego, doença ou incapacidade para o trabalho. O seguro é válido ao longo da vida do empréstimo e deve ser efectuado para o segurado que, em termos de rendimentos, tenha o maior contributo para o cálculo da taxa de esforço. 

Este deve ter uma actividade profissional de, pelo menos, 16 horas semanais no último ano e assinar uma declaração de saúde, confirmando que estão excluídas todas as patologias pré-existentes e aquelas que tenham, no futuro, uma relação directa com as mesmas. As garantias cobrem prestações até 1700 euros mensais.


Quando a incapacidade para o trabalho for superior a 30 dias, é efectuado o reembolso da renda acordada até que volte a trabalhar ou até ao limite previsto. O desemprego involuntário também é accionado após 30 dias e a hospitalização (para independentes), após sete. As coberturas têm um período de carência de 60 dias. Se não contratar este seguro quando contrata o crédito habitação, pode fazê-lo posteriormente.  Ler Mais..

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

CMVM alerta para mensagens de ‘phishing'


O regulador da bolsa lançou hoje um alerta sobre mensagens de e-mail falsas que podem prejudicar os investidores.
A CMVM alertou hoje os investidores sobre a circulação de mensagens de e-mail falsas, "como pertencentes a bancos portugueses, nas quais é confirmada a realização de operações financeiras e utilizando o nome da CMVM", refere a entidade de supervisão em comunicado.
Este tipo de mensagens falsas, técnica de fraude também conhecida por ‘phishing', destinam-se "a induzir as vítimas a instalar, mediante a activação de uma hiperligação, um software malicioso através do qual o conteúdo dos respectivos computadores passa a estar acessível a terceiros", esclarece a CMVM.
A entidade de supervisão recomenda a quem receber este tipo de mensagem de correio electrónico a contactar o banco referido na mesma para verificar a sua autenticidade.

Consultora Capital Strategies entra em Portugal


Em entrevista, Pedro Costa Félix justifica a entrada e a aposta em Portugal, e os objectivos para este ano.
O mercado nacional tem, desde Janeiro, um novo intermediário financeiro: a Capital Strategies Partners. De origem espanhola, a empresa escolheu o português Pedro Costa Félix como ‘partner' para assumir a actividade em Portugal e no Brasil. Em entrevista ao Diário Económico, o responsável justificou a aposta nos dois países com a estratégia de internacionalização.
"Portugal é um mercado apetecível e a porta de entrada para o início da actividade no Brasil, um dos principais mercados da América Latina que nos faltava complementar", revelou Pedro Costa Félix, anteriormente ligado à Schroders. A estratégia de médio/longo prazo, dos investimentos que recomenda e das casas com quem trabalha, é a arma de defesa da Capital Strategies contra a crise de dívida soberana que o país atravessa. "Neste ciclo económico, de passagem de recessão para retoma, é provavelmente uma das melhores alturas para fazer qualquer negócio. A entrada neste momento acaba por ser benéfica", diz.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Saiba o que tem de fazer para reclamar


Conheça as queixas mais frequentes dos consumidores portugueses e os sectores onde reclamar compensa mais.
O líder é líder porque tem internet com maior velocidade e cumpre mais vezes do que os outros aquilo que promete (...). O líder é líder porque o segundo tem duas vezes mais reclamações que o líder, e quem o diz é a ANACOM". Não é pura coincidência este discurso pertencer a um anúncio de uma operadora. As telecomunicações voltaram a ser, em 2010, o sector alvo de maior número de reclamações junto da Deco, e no topo das queixas está precisamente o incumprimento das velocidades contratadas no serviço de internet. O mesmo motivo está, aliás, no topo das reclamações também junto da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM).
Desde 2005, os sectores que originam um maior número de reclamações repetem-se invariavelmente, com as telecomunicações em primeiro lugar, e o sector de compra e venda e a banca a oscilarem entre o segundo e o terceiro posto. Apesar disso, "as práticas dos agentes económicos continuam inalteradas", nota Ana Tapadinhas, coordenadora dos serviços jurídicos da Deco. No que toca às telecomunicações, a responsável considera que, por um lado, "o sector já deveria estar mais amadurecido, deveriam aproveitar para melhorar os serviços" e, por outro, "também se exige mais fiscalização e aplicação de sanções. Os reguladores deveriam ter um papel mais activo e punir os agentes económicos" Ler Mais..

Primeiro autocarro eléctricos português sai hoje da fábrica da CaetanoBus


O primeiro autocarro eléctrico português, um investimento de quatro milhões de euros da Salvador Caetano, sai hoje da linha de produção, iniciando uma fase de testes para em Abril estar nas ruas de Gaia a transportar passageiros.
A saída do primeiro autocarro eléctrico nacional 100% eléctrico da fábrica da CaetanoBus, empresa da Salvador Caetano, cerimónia que contará com a presença do primeiro ministro, José Sócrates, assinala uma nova aposta do grupo português em nichos de mercado, que se junta aos autocarros Cobus que circulam nos aeroportos de quase todo o mundo.
O autocarro eléctrico, vocacionado para o transporte nos centros das cidades, aeroportos e grandes superfícies, vai chegar ao mercado a custar cerca de 500 mil euros com as baterias incluídas, um valor que, de acordo com o construtor, "pode ter uma redução com o desenvolvimento do processo de fabrico".
A Câmara de Gaia vai receber, na primeira semana de Abril, o primeiro autocarro eléctrico por um período de três meses, uma fase em que o veículo será monitorizado por técnicos da empresa subsidiária do grupo Salvador Caetano e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Ler mais...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Quanto custa ser rico por um dia?


Há sonhos luxuosos que se podem concretizar a preços relativamente acessíveis: basta alugá-los.
Como ficar rico em pouco tempo? Este será provavelmente o segredo que muitas pessoas gostariam de descobrir, mas realizável para muito poucos. Nesse caso, porque não apostar em sentir-se rico, nem que seja por pouco tempo? A concretização deste sonho já é possível para um número muito maior de pessoas. Um dia repleto de luxo pode significar um gasto de apenas alguns euros ou facilmente alcançar um custo superior a cinco mil euros, consoante o sonho luxuoso que pretenda concretizar.
Tudo isto se deve ao surgimento nos últimos anos de empresas que apostam simplesmente na compra de artigos de luxo que depois alugam a um leque bastante vasto de pessoas, mas a preços mais em conta. Em causa pode estar o aluguer de um avião a jacto ou simplesmente uma peça de roupa ou uma mala de uma das mais luxuosas marcas de moda. Em Portugal, a Glamorous é uma empresa que aposta precisamente neste tipo de negócio. Esta empresa tem um site (www.glamorous.pt) onde por períodos curtos de tempo se pode alugar carteiras de marcas de topo como a Louis Vuitton, a Gucci, a Prada, ou a Dior. Por exemplo, o aluguer por três dias de uma das carteiras mais cobiçadas- a Neverfull da Louis Vuitton- tem um custo de 25 euros. Um valor bastante modesto quando comparado ao preço de aquisição deste modelo da marca francesa: cerca de 400 euros. Ler Mais..
A sua viagem de sonho planeada na RondaTur Viagens www.rondatur.pt

Banqueiro do Credit Suisse detido nos EUA


Um banqueiro do Credit Suisse foi detido nos EUA onde o banco é suspeito de ter ajudado clientes americanos a fugir ao fisco.
O gestor de uma fortuna de origem grega que trabalha para o banco em Zurique partiu "para encontrar-se com os seus clientes" nos EUA, onde estaria duas semanas, e foi detido à chegada, noticia hoje o jornal 'SonntagsZeitung', citando várias fontes.
Até agora, não foi feita qualquer acusação ao banqueiro que foi interrogado na qualidade de "testemunha" e está interdito de deixar o país.
Esta situação é semelhante à desenvolvida contra o UBS, acusado pelo fisco norte-americano de favorecer a evasão fiscal dos seus clientes.
O processo levou a um acordo sem precedentes entre Berna e Washington, obrigando a Suíça a revelar os nomes de cerca de quatro mil clientes norte-americanos e violar o segredo bancário característico daquele país.
Um responsável do Credit Suisse, citado pelo ‘SonntagsZeitung', disse que esta detenção estava "provavelmente relacionada com a má conduta do UBS nos EUA" e não estará motivada "por actividades actuais do Credit Suisse.

Fonte Economico

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Como ser um bom cliente bancário


Os bancos estão cada vez mais exigentes na concessão de crédito.
Se há alguns anos quase bastava estar apenas disposto a comprar casa para aceder a ‘spreads' baixos - que chegaram a ser próximos de 0% - hoje a realidade é bastante diferente. A maior restrição na concessão de crédito e o crescente malparado estão a levar os bancos a limitarem ao máximo as condições para que se seja considerado um bom cliente no recurso ao crédito à habitação.
Para ter o ‘spread' mais baixo, os clientes têm que apresentar rácios de financiamento/garantia muito baixos, subscrever um leque abrangente de produtos do banco, e ao mesmo tempo pedir financiamentos muito elevados e apresentar taxas de esforço baixas. Saiba como poderá ser um bom cliente para o seu banco.
1. Rácios de financiamento/garantia inferiores a 60% 
Há uns anos garantir um financiamento de 100% do valor do imóvel não era difícil, mas hoje as condições exigidas são bem mais restritivas. Por isso, quanto maior for a entrada que der para a casa, maiores são as probabilidades de aceder a um ‘spread' mais vantajoso. Para chegar ao ‘spread' mínimo no Caixa Galicia e no Popular, por exemplo, tem de apresentar um rácio LTV (‘loan to value') igual ou inferior a 60%. Ou seja, terá de pedir um empréstimo equivalente a apenas 60% do valor de avaliação do imóvel. Ler Mais....

Os 10 cartões de crédito mais baratos do mercado


O Diário Económico analisou os custos associados aos cartões oferecidos nas maiores instituições financeiras a operar em Portugal.
Longe vão os tempos em que ter cartão de crédito era acima de tudo uma questão de estatuto. Hoje, para além de facilitar simples hábitos de consumo do dia-a-dia, o pequeno rectângulo de plástico é um instrumento indispensável na gestão dos orçamentos mensais de muitas famílias, sobretudo tendo em conta tempos de crise económica como o actual. Segundo os dados do Banco de Portugal, em 2009 existiam cerca de 9,9 milhões de cartões de crédito no mercado português. O que significa, em média, um cartão de crédito na carteira de cada português. Se recuarmos até 2000, nessa altura existiam apenas 2,6 milhões. Facilitador da relação com o dinheiro, a utilização do cartão de crédito pode, contudo, também resultar em encargos excessivos ou mesmo em problemas financeiros. Por isso encontrar o cartão de crédito "à medida" pode ser fundamental para evitar cair em gastos exagerados. Ler Mais....

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Euribor cedem terreno nos prazos mais curtos

Maturidades mais curtas voltaram a registar a tendência de queda que têm sentido nos últimos dias.



As Euribor a nove e 12 meses mantêm a tendência de subida que têm registado nas últimas semanas, ao contrário da evolução negativa sentida pelas taxas a um, três e seis meses. 

A taxa com prazo mais alargado aumentou 0,5 pontos base para 1,725%, e só não subiu por duas vezes nas últimas 27 sessões. Já valorizou 14,466% desde o início do ano. A taxa já não chegava a este valor desde 30 de Abril de 2009. 

Dos principais prazos, a taxa a nove meses subiu 0,2 pontos base para 1,542%, enquanto as restantes taxas praticadas em movimentos entre bancos caíram, com a taxa a um mês a liderar. O indexante com menor prazo perde 1,1 pontos base e fixou-se nos 0,892%, ao passo que a taxa a três meses perdeu 0,1 pontos base para 1,089%. Por sua vez, a taxa com maturidade a seis meses desceu os mesmos 0,1 pontos base para os 1,352%.

As taxas mais curtas parecem conseguir escapar aos receios de um aumento antes do esperado da taxa de juro e têm caído nas últimas sessões, em contraponto à valorização dos maiores prazos. O Banco Central Europeu já disse que o aumento da taxa de juro só acontecerá se os preços estiverem a subir não só devido à influência das matérias-primas. Jean-Claude Trichet avisou que isso poderá acontecer, tanto que já salientou por várias vezes que o seu mandato tem como principal objectivo o combate à inflação e não a promoção do crescimento económico.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Preço do café sobe no máximo 7,5%

O preço do café para consumo em casa vai aumentar entre 2% a 7,5%, consoante a marca.

No dia 11 de Fevereiro, a Lusa avançou que, segundo o presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), Mário Pereira Gonçalves, o preço do café iria aumentar em Portugal, "no curto prazo", pelo menos cinco cêntimos, uma subida de 10%, tendo em conta que a média de preço de um café é de 50 cêntimos.

Um agravamento para os consumidores, após nove anos de manutenção do preço, agora "inevitável, dada a escalada da matéria-prima e do açúcar nos mercados internacionais", explicou Mário Pereira Gonçalves.

Porém, os três principais torrefatores em Portugal, Nestlé, Delta e Nutricafés, contactados pela agência Lusa, garantiram que o aumento ficará entre os 2 e os 7,5%.

Quanto ao café que os consumidores podem adquirir nas lojas para consumo doméstico - normalmente vendido em pacotes de 250 gramas ou, mais recentemente, em cápsulas -, os três principais torrefatores confirmaram que vai registar aumentos, mas garantiram que, também neste caso, não estão a fazer repercutir aos consumidores o agravamento dos custos que estão a sofrer com a subida da matéria-prima. Ler Mais...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quatro trunfos para enfrentar o dia dos namorados


Há quem diga que o Dia de São Valentim é uma das maiores invenções comerciais dos últimos tempos.
Mesmo aqueles não têm uma veia romântica sentem-se obrigados a recordar a data a e presentear o seu parceiro/a com uma oferta. Se pertence a este clube aqui ficam quatro sugestões para evitar a fúria da sua cara-metade.
1. Relógio Cartier - Para os homens que não gostam de ‘perder o norte'
Oferecer um relógio ao seu parceiro no dia dos namorados pode parecer um acto banal. Mas certamente que o banal se transformará em extraordinário quando estiver perante este relógio da Cartier. O modelo da foto tem um preço indicativo de 16.300 euros e faz parte de uma colecção de alta relojoaria da Boutique dos Relógios Plus, estando disponível para venda apenas nesta marca.

2. Uma noite romântica - Sheraton propõe programa especial de S. Valentim
Pode até parecer um cliché mas, convenhamos, existe programa melhor para celebrar o romance do que uma noite passada num bom hotel? Propomos-lhe por isso que rume até à cidade invicta e aceite uma das ofertas do Sheraton Porto. O hotel preparou várias propostas que vão desde o jantar romântico, à estadia numa suite presidencial, com direito a jantar a dois e a jacuzzi panorâmico, ou a pacotes que combinam jantar, estadia e tratamentos no spa. Já fez as malas? Ler Mais.....

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Estado, bancos e seguradoras disputam poupanças dos portugueses


No ano passado, os bancos captaram mais 7% em depósitos de clientes do que em 2009.
Qual é a palavra mais popular a seguir a "crise" ou a "austeridade"? Provavelmente a resposta correcta será "poupança". Os economistas há já muito tempo que vinham alertando para a necessidade das famílias pouparem mais e serem mais comedidas nos gastos. A crise obrigou os portugueses a seguir o conselho.
Hoje não são apenas os economistas a apelarem a uma maior poupança. Governantes e banqueiros fazem o mesmo. Com o Estado a pagar juros elevados para se financiar no mercado e em que os bancos sentem dificuldades em aceder a liquidez, os recursos dos portugueses funcionam como uma torneira de capital para o sistema financeiro. Os números comprovam esta aposta crescente na captação de poupanças.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Banca promete dar crédito para apoiar exportações


 A CGD e o BPI prometeram concentrar o crédito no apoio às empresas exportadoras.
A banca está a recentrar as suas prioridades em termos de concessão de crédito à economia, através da concentração nos projectos que tenham directamente a ver com o incremento das exportações. Perante uma plateia de mais de mil empresários que ontem se concentrou no Europarque para assistir ao Congresso das Exportações - organizado pelo Ministério da Economia e pela Aicep - o mote foi deixado por Faria de Oliveira, presidente da Caixa Geral de Depósito (CGD).
"A banca, na sua necessidade de selectividade, vai privilegiar os exportadores". Fernando Ulrich, CEO do Banco Português de Investimento (BPI), seguiu as pisadas do banco do Estado para admitir que, num cenário de escassez de financiamento, é preciso fazer opções. E na opção pelos projectos de exportação revela-se a estratégia a seguir, acompanhando de perto aquilo que é a mais recente proposta do Governo para fazer face, por um lado, ao período de recessão induzido pelos mecanismos de controlo do défice e, por outro, pelo mau momento de outras variáveis de crescimento - como os investimentos (público e privado) e o consumo interno.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Há dois anos que os depósitos não pagavam tanto


A guerra pelos depósitos está a levar os bancos a pagar mais pelos depósitos, para diversificar as fontes de financiamento.
A remuneração dos depósitos a prazo, tanto para famílias como para empresas, está ao nível mais alto dos últimos dois anos. De acordo com os dados do Banco de Portugal ontem divulgados, os bancos estão a pagar 2,68% pelas poupanças das famílias, o máximo desde Fevereiro de 2009. Já a taxa de juro dos depósitos para empresas registou mesmo, em Janeiro, a maior subida mensal de que há memória, dos 2,23% para os 3,21%, para um máximo de Dezembro de 2008.
Os bancos têm vindo a subir a remuneração dos depósitos desde Maio, altura em o financiamento junto do BCE duplicou de 17,7 mil milhões de euros para 35,7 mil milhões. Perante as dificuldades de financiamento nos mercados interbancários, os bancos vêem-se assim forçados a aumentar a remuneração dos depósitos na tentativa de captar recursos de clientes e diminuir a dependência do financiamento da autoridade monetária europeia. Um bom exemplo disso mesmo é a Caixa Geral de Depósitos.

Polémica no Facebook relança debate sobre privacidade


O “DN” utilizou a opinião de uma jornalista da SIC exposta num grupo fechado do Facebook para ilustrar um artigo. Legítimo ou não? Opiniões divergem.
A polémica sobre a atribuição de subsídios a alguns pivots da SIC alastrou para um novo debate, quando duas jornalistas do "Diário de Notícias" utilizaram uma opinião que uma outra profissional da SIC "postou" num grupo fechado, no Facebook, destinado a jornalistas.
A notícia explorava a posição da profissional de Carnaxide em relação ao tema dos subsídios. O assunto está agora a ser amplamente debatido, na medida em que as opiniões divergem: deve ou não usar-se como pública a informação partilhada num grupo, ao qual se acede com convite, mas do qual já fazem parte mais de 1.000 membros?
Questionado sobre o tema, João Marcelino, director do jornal "Diário de Notícias", acredita que é "ridículo e tonto" que "na época em que os jornalistas podem devassar tudo, até o segredo de justiça, haja depois outros que pensem que são intocáveis", disse, ao Diário Económico.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bancos só estão a dar crédito aos melhores clientes


O ‘spread’ médio praticado para os novos contratos de crédito à habitação é de 1,6%, perto do mínimo cobrado.
Os bancos têm vindo a aumentar os ‘spreads' cobrados no crédito à habitação desde há cerca de um ano, e os ‘spreads' máximos ultrapassam já os 4%. Mas o ‘spread' médio praticado pela banca para os novos contratos situa-se muito longe destes valores - 1,6%, ou seja, está próximo do ‘spread' mínimo.
"É um sinal de que os bancos só estão a emprestar aos clientes que reúnem as melhores condições, o que faz sentido dadas as dificuldades de financiamento da banca", refere um analista do sector ouvido pelo Diário Económico.
Os últimos dados revelados pelo Banco de Portugal reportam a Novembro de 2010, quando a taxa de juro média (que resulta da soma do indexante com o ‘spread') praticada para os novos contratos de crédito à habitação se fixou em 2,84%. Retirado o valor médio de Outubro da taxa Euribor a seis meses, que serve como principal indexante do crédito à habitação em Portugal, fica-se com um ‘spread' médio de 1,62%. Em Novembro, a média do ‘spread' mínimo de nove das maiores instituições financeiras a operar em Portugal situava-se nos 1,3%. Já a média do ‘spread' máximo atingia os 3,6%.

Sete bancos já cobram ‘spreads’ acima de 4%


Desde o início do ano, cinco bancos subiram os ‘spreads’. BBVA e Barclays já fizeram dois aumentos em 2011.
A escalada dos ‘spreads' não tem fim à vista. Desde o início do ano, cinco bancos fizeram ajustes neste indicador. Foi o caso do Santander Totta, BES, CGD, Barclays e BBVA. Sendo que estas duas últimas instituições financeiras já aumentaram por duas vezes este ano os ‘spreads' praticados no crédito à habitação.

Contas feitas, a média dos ‘spreads' mínimos - aplicados aos melhores clientes - em Portugal situa-se nos 1,24%. Já a média dos ‘spreads' praticados para os clientes de maior risco situa-se nos 3,92%. Mas, na realidade, são muitas as instituições que estão a aplicar ‘spreads' máximos acima desta fasquia. Analisando os preçários é possível ver que sete instituições cobram já ‘spreads' acima dos 4%. É o caso da CGD, BES, BCP, BPI, Barclays, Banif e Banco Popular. Ler Mais.....

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Conheça as novas regras para preencher o IRS este ano


O Orçamento do Estado para 2011 trouxe alterações que serão aplicadas na entrega da declaração de rendimentos já este ano.
  • Número de Contribuinte: Crianças terão de ter cartão do cidadão até Março
Os bebés e crianças vão ser obrigadas a ter o cartão de contribuinte. Isto se os pais os quiserem considerar como dependentes para efeitos da declaração de IRS. A proposta do Orçamento do Estado para 2011 prevê que para serem considerados como dependentes os filhos dos contribuintes têm de ser "devidamente identificados pelo número de identificação fiscal de contribuinte na declaração de rendimentos". Assim, as famílias terão de pagar 7,50 euros para terem o cartão do cidadão. Por seu lado, os filhos, enteados e adoptados que tenham cumprido serviço militar ou serviço cívico deixam de ser considerados como fazendo parte do conceito de dependentes para efeitos de IRS. Desta forma são apenas considerados dependentes aqueles que não tendo 25 anos não receberam rendimentos superiores ao salário mínimo.
  • Modelo 3: Novos prazos de entrega do IRS
Este ano os prazos para entrega de declaração de IRS mudaram. A declaração de rendimentos já não começa este mês. Assim, para quem ainda entrega o modelo 3 do IRS em papel, e para os trabalhadores por conta de outrem ou pensionistas, o prazo começa a 1 de Março e acaba no fim do mesmo mês. Para os restantes casos, como os trabalhadores independentes, terão Abril para cumprir a sua obrigação.Para quem opta pela entrega através da Internet os prazos são outros: Abril para os trabalhadores por conta de outrem e reformados e Maio para os restantes (independentes, rendimentos prediais, etc). E são cada vez mais aqueles que recorrem à Internet: no ano passado foram 3,8 milhões os contribuintes que o fizeram. Ler Mais.....

Conheça as novas tabelas de retenção de IRS


O Governo publicou as novas tabelas de retenção na fonte que entrarão a vigor a partir de 15 de Fevereiro.
"Divulgam-se as tabelas de retenção de IRS para 2011, aprovadas por Despacho do Ministro das Finanças, a 1 de Fevereiro de 2011, devendo aplicar-se ao apuramento do IRS a reter sobre os rendimentos que venham a ser pagos ou colocados à disposição dos respectivos titulares a partir de 15 de Fevereiro", lê-se numa nota do Ministério das Finanças.
As novas tabelas de retenção, a aplicar desde este mês, vão já ter em conta os apertos sobre os rendimentos e as novas medidas de austeridade como os limites das deduções à colecta do IRS em saúde, educação e empréstimo à habitação aos contribuintes com rendimentos colectáveis no 7.º e 8.º escalões (acima dos 66.045 euros).
Tudo o resto se mantêm, com a situação de 2011 a ser idêntica à de 2010 nos primeiros seis escalões de IRS, ou seja, para a esmagadora maioria dos contribuintes.
A principal diferença sentir-se-á nas deduções que desapareceram.
Em 2011 "sobrevivem" no essencial as deduções associadas à Saúde, Educação e Habitação. Outras, ou desaparecem, ou são marginais e reflectem-se via benefícios fiscais que não foram alterados face à versão inicial da proposta de Orçamento de Estado para 2011.
Este ano, quando os contribuintes entregarem a sua declaração de impostos, não só deduzirão menos como pagarão mais impostos face às novas sobretaxa de IRS de 1% (agravamento até 3º escalão) e 1,5% (agravamento a partir 4º escalão).

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Identificação fiscal de agregado familiar será obrigatória


A identificação fiscal de "descendentes, ascendentes, colaterais ou beneficiários" passa a ser obrigatória já na declaração de rendimentos Modelo 3 do IRS relativa a 2010, informa a DGCI.
Em esclarecimento enviado à Lusa, a Direcção Geral das Contribuições e Impostos (DGCI) informa ainda que passa também a ser obrigatória "a identificação, em factura emitida nos termos legais, do sujeito passivo ou do membro do agregado a que se reportem, nos casos em que envolvam despesa".
O organismo afecto ao Ministério das Finanças explica que, neste último caso, não há obrigatoriedade de identificação fiscal.
"O que se exige é que as facturas sejam, pelo menos, emitidas em nome do sujeito passivo ou membro do agregado familiar a que se reportam", precisa, recordando que este é já "o procedimento seguido pela administração fiscal em matéria de análise das provas documentais associadas a despesas invocadas pelos contribuintes nas 
suas declarações fiscais".

A DGCI refere também que "atendendo a que as alterações em causa têm natureza procedimental, considera-se que as mesmas entraram de imediato em vigor e, como tal, na declaração de rendimentos Modelo 3 relativa ao ano de 2010 (...) será já obrigatória a identificação fiscal dos dependentes, ascendentes e colaterais relativamente aos quais sejam invocadas deduções".