terça-feira, 30 de novembro de 2010

Bolsa nacional cai com sete cotadas em mínimos

Bolsa nacional continua a registar quedas generalizadas, numa altura em que sete das 20 cotadas do principal índice já atingiram mínimos de, pelo menos, dois anos.


O PSI-20 desce 0,44% para 7.382,92 pontos, com 18 acções em queda e apenas duas em alta. Entre os restantes congéneres europeus a tendência não está definida com alguns índices a caírem e outros a subirem, num dia em que se aguarda que os EUA divulguem melhorias na confiança dos consumidores e aumento dos preços das casas. Dados que poderão ajudar as bolsas europeias a recuperarem de mínimos de oito semanas atingidos ontem.


Portugal continua a estar pressionado pela crise de dívida, com os investidores a especularem sobre a possibilidade de o País ser o próximo a recorrer à ajuda financeira internacional, numa altura em que os juros da dívida continuam a subir e a atingir novos máximos.



Um dos sectores mais penalizados por esta crise de dívida é o bancário, já que a banca encontra maiores dificuldades em conseguir financiar-se nos mercados internacionais. E em bolsa essa pressão é evidente. Ler Mais....

Taxa de desemprego na zona do Euro é a mais alta em 12 anos

Segundo dados do Eurostat divulgados hoje (30), a taxa de desemprego de outubro na zona do euro foi a mais alta registrada nos últimos 12 anos.
No mês passado, os 16 países que utilizam a moeda registraram 16 milhões de desempregados, o equivalente a 10,1% de taxa de desemprego - 0,1% mais alta que a do mês anterior. A cifra para os 27 países da União Europeia foi de 9,6%, com 23 milhões de trabalhadores sem emprego.
Holanda, Áustria e Luxemburgo estão entre os países com menores taxas. Espanha, Letônia e Lituânia têm a situação mais preocupante.
Segundo estatísticas, a taxa de inflação de novembro nos países da zona do Euro foi de 1,9%, igual à de outubro.
A Comissão Europeia divulgou dias atrás um relatório da previsão econômica, se mostrando otimista com o crescimento nos próximos dois anos e com a possibilidade de queda da taxa de desemprego no ano que vem.

FMI admite ter falhado na previsão da crise irlandesa

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reconhece que poderia ter feito um melhor trabalho para prever o "crash" dos sectores imobiliário e da banca na Irlanda, que levou o país a ter de pedir ajuda financeira.

“Não há dúvidas de que nós – e também outros observadores – podíamos ter feito melhor. Mas trata-se, em grande medida, de um acto de equilíbrio. Temos de ser cuidadosos para não acabarmos a prever nove das duas próximas crises ou para não precipitarmos aquilo que estamos a tentar evitar”, disse Ajai Chopra em entrevista ao “Financial Times”.

O vice-director do departamento europeu do FMI admitiu que os testes de stress à banca na Irlanda que irão ser feitos agora ocorrem num contexto de maior stress do que os que foram realizados há alguns meses.

Chopra adiantou que o FMI tem sido “mais conservador” do que o governo irlandês nas previsões de crescimento, mas diz que o programa de ajustamento orçamental que vai ser levado a cabo pela Irlanda foi concebido tendo em conta um cenário mais débil de crescimento.

Sete coisas que deve saber acerca dos "exchange traded funds"


Na última década, os veículos de investimento nos índices, conhecidos como "exchange traded funds" (ETF), registaram um forte crescimento. Isto reflecte alguns das vantagens evidentes dos ETF, tais como os baixos custos e a capacidade de serem transaccionados nas bolsas. No entanto, ao contrário das afirmações da indústria de que são produtos simples, os ETF estão a tornar-se cada vez mais complexos. Neste documento iremos chamar a atenção para sete coisas importantes que os investidores devem ter em conta. 


1. EFICIÊNCIA DO MERCADO
A eficiência do mercado é importante ao avaliar os ETF como proposta de investimento. Se os mercados fossem verdadeiramente eficientes, então o argumento para investir em ETF seria inquestionável uma vez que a possibilidade de registarem um desempenho superior ao do mercado através de uma gestão activa desapareceria. Mas os mercados não são inteiramente eficientes e, na opinião da Fidelity, na maioria dos casos são suficientemente ineficientes para justificarem uma gestão activa. 

De certa forma paradoxalmente, é possível que os ETF possam eles próprios estar a reduzir a eficiência do mercado. Para que os mercados sejam eficientes, é necessário que muitos investidores estejam empenhados em analisar os fundamentais das empresas tal como os investidores activos fazem. Uma vez que os fluxos de investimentos nos ETF desviam fluxos dos fundos activos, há menos recursos destinados à pesquisa das empresas, o que pode resultar numa menor eficiência do mercado.  Ler Mais .....

Garrafas de champanhe com dois séculos foram encontradas em Julho no fundo do mar e continuam "em óptimas condições", dizem os peritos.


As garrafas de champanhe foram encontradas em Julho nos restos de um barco afundado há quase dois séculos junto à costa da Finlândia, onde foi organizada uma degustação, noticia a Bloomberg.
No total, foram resgatadas 168 garrafas do champanhe no fundo do mar, algumas das quais da marca francesa Veuve Clicquot e outras da Juglar, uma antiga vinícola que agora pertence à casa Jacquesson. O champanhe terá sido produzido há cerca de 185 anos e é tido como o mais antigo do mundo.
Quatro meses após a descoberta, uma centena de especialistas assistiu à abertura de duas garrafas. Uma vez retiradas as rolhas com extremo cuidado, o champanhe foi servido, apresentando um forte odor acre e poucas bolhas, relata um dos peritos.
Segundo os especialistas, as garrafas estão ainda em perfeito estado de conservação e faziam aparentemente parte de um carregamento de champanhe enviado pelo rei da França, Luis XVI, à corte imperial da Rússia. Os mesmos explicam que a sua conservação foi possível devido ao frio e à escuridão a que estavam expostas no fundo do mar.

Petróleo deve chegar aos 100 dólares em 2011


Aumenta a especulação de que o preço do petróleo vai aumentar.
A procura por contratos que dão aos investidores o direito de comprar petróleo a 100 dólares por barril em Dezembro de 2011 aumentou, segundo dados da Bloomberg, tornando-se numa das maiores apostas no mercado de futuros. É um sinal de que a especulação em torno da subida do preço da matéria-prima está a aumentar.
Durante 2010, este tipo de contratos foi o que registou um maior aumento de procura no New York Mercantile Exchange (Nymex), com uma subida de 51% desde Janeiro. Os investidores antecipam assim que o preço do petróleo pode subir, pelo menos, 19%, e voltar aos níveis em que negociaram em 2008. Há dois anos a matéria-prima bateu recordes ao negociar a 147 dólares por barril. .......Ler Mais ......

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Em tempos de dificuldade financeira algumas dicas


Faça as suas compras rápida e saudavelmente. Utilize uma lista e tente cumpri-la. Está a ficar cada vez mais difícil esticar o dinheiro. Com todas essas contas que tem de pagar por mês, não pode realmente fazer nada acerca disso, mas pode poupar.
Não é só o que ganha que lhe garante um futuro confortável e feliz; mas quanto poupa e mantém guardado é também fundamental. É por isso que é realmente importante poupar dinheiro, especialmente quando se trata das suas contas mensais.
Algumas pessoas não percebem isso, mas apenas poupando nas contas mensais é que surge uma melhor oportunidade para poupar dinheiro.
Por este motivo tem aqui  no blog lado direito opção "Aqui Atalhos Dicas Úteis" , entre outros não deixe de ver estas duas dicas ok . Clique nos atalhos...      Comida Saudável por menos 1 Euro  , e ainda  Saiba como Poupar.

O velho provérbio diz "    Se comermos menos, degustaremos mais. "

Poupança de mil milhões de euros em produtos CTT

Até Setembro, os portugueses aplicaram 755,3 milhões de euros em produtos financeiros dos CTT, o que representa mais 217 milhões que no mesmo período de 2009.
Este aumento da procura por produtos de poupança por parte das famílias portuguesas leva os CTT a crer que até ao fim do ano deverá haver uma poupança global de cerca de mil milhões de euros, o que representa um aumento de 30% em relação ao ano anterior.
Segundo os CTT, "cerca de 700 mil portugueses são titulares de produtos financeiros vendidos nos CTT, entre Títulos da Dívida Pública, Certificados do Tesouro e Certificados de Aforro; Seguros de Capitalização e PPR (Planos Poupança Reforma)."
De acordo com os Correios, esta procura existe pois muitos clientes pretendem alternativas aos produtos de maior risco dos bancos, além disso, a sua oferta implica "prazos de investimento e aplicações seguras,taxas de rendibilidade muito atractivas, que comparam favoravelmente com a demais oferta disponível no mercado financeiro e bancário".
No dia 2 de Novembro, dia em que se assinalou o Dia Mundial da Poupança, os CTT venderam 11,1 milhões de euros em novos títulos.
Note-se que este valor foi atingido em 15 minutos, o que revela uma tendência para o aumento doinvestimento.
Os produtos financeiros dos Correios são direccionados para diferentes necessidades dos clientes que pretendem pôr a render as suas poupanças. Esses clientes por norma, são clientes de rendimento médioe que têm capacidade para poupar.

Portugueses continuam pessimistas sobre situação económica


Os cortes salariais e o aumento de impostos justificam pessimismo, dizem os especialistas.
Os portugueses continuam muito pessimistas quanto à previsão de sua situação económica no próximo ano. De acordo com a sondagem da Marktest para o Diário Económico e TSF, o índice de expectativa de Novembro melhorou ligeiramente face a Outubro, quando o indicador atingiu o nível mais baixo de sempre, situando-se nos 14,45%. Em Novembro melhorou ligeiramente, para os 20,84%, evidenciando um pessimismo acentuado. Este nível corresponde a menos de metade do índice registado um ano antes, quando estava nos 44,22%.
O pessimismo resulta das medidas previstas no Orçamento do Estado para 2011 (OE/11), que prevêem cortes salariais entre os 3,5% e os 10% para a Função Pública, congelamento das pensões e o aumento de impostos, além da perda e redução de outros direitos, como o abono de família, por exemplo. "As expectativas das pessoas são baixas e têm de o ser, porque o contexto económico e político é gravoso", afirmou o economista e professor da Universidade de Coimbra, José Reis. Os especialistas ouvidos pelo Diário Económico consideram mesmo que a melhoria registada no índice em Novembro é insignificante, resultando mais de uma correcção.

domingo, 28 de novembro de 2010

PS quer descontos para quem prescindir de sacos de plástico nas compras


 PS apresentou um projecto de lei para que os supermercados passem a aplicar um desconto, de pelo menos cinco cêntimos, por cada cinco euros de compras sempre que os consumidores prescindam de sacos de plástico.
O projecto de lei estabelece um "sistema de desconto mínimo" que "traduz-se na aplicação de um desconto sobre o preço das mercadorias vendidas ao consumidor final, de valor não inferior a 0,05 euros por cada 5,00 euros de compras, com IVA incluído, sempre que este prescinda totalmente dos sacos de plástico fornecidos gratuitamente pelo agente económico".
"Os agentes económicos que optem pela aplicação de um preço simbólico aos sacos de plástico ficam excluídos da obrigatoriedade de aplicação do sistema de desconto mínimo", estabelece o projecto de lei.
O diploma, que visa a redução do consumo de sacos de plástico e promoção da sua reutilização, é acompanhado de um projecto de resolução que recomenda ao Governo a criação de um grupo de trabalho para "estudar a possibilidade de determinar o impedimento à menção 100% biodegradável nos sacos de plástico oxibiodegradáveis". Ler mais Clique aqui....

Taxas Euribor voltam a descer em todos os prazos.

As taxas interbancárias voltaram a descer na generalidade dos prazos, depois de na última sessão terem ascendido nas maturidades superiores a dois meses.

A Euribor três meses recua 0,3 pontos base para 1,028% e a taxa de um mês declinou na mesma medida para 0,796%. Na maturidade de seis meses, a taxa desceu 0,2 pontos base para 1,260%.

A taxa a nove meses recua 0,1 pontos base para 1,400% e a Euribor 12 meses cai 0,2 pontos para 1,531%.

As taxas que os bancos cobram para se financiarem uns aos outros estão a corrigir de uma longa subida que resultou da normalização do mercado interbancário, com os bancos anteciparem a retirada do programa de compra de activos à banca, impulsionando a procura neste mercado e levando as taxas a subir.

O Banco Central Europeu (BCE) tem vindo a conceder financiamento ilimitado aos bancos europeus, à taxa de juro de 1%. Uma medida que reduziu a procura de financiamento dos bancos junto de outras instituições financeiras. Como o programa de compra de activos poderá ser retirado, os bancos têm procurado reduzir a sua dependência do BCE, impulsionando as taxas Euribor.

sábado, 27 de novembro de 2010

Jackpot esta semana de 44 milhões foi para a Madeira


Uma sociedade composta por 20 madeirenses residentes nas freguesias de Santo António e S.Roque, no Funchal, alguns afectados pelo temporal de 20 de Fevereiro e com carências, venceu esta semana o "jackpot" do Euromilhões.
A informação foi confirmada à agência Lusa por Joana Silva, proprietária da papelaria da Penteada, na freguesia de S.Roque, no Funchal, onde os boletins foram registados.
Joana Silva adiantou que esta sociedade foi constituída há três anos, "alguns entraram, outros saíram, como eu que não ganhei nada", e cada uma das pessoas apostou 18 euros. Ler mais Clique aqui......

A combinação vencedora do concurso do Euromilhões é composta pelos números 9 - 28 - 36 - 41 - 49 e as estrelas 5 - 7.
No concurso desta semana estava em jogo um "jackpot" de 44 milhões de euros.

Parabéns aos felizardos.

Taxas nas facturas da água, luz, gás e comunicações nem sempre são claras, alerta a Deco.


A proposta de aumento médio de 3,8% na factura da energia eléctrica resulta de custos impostos ao sector que ganham uma dimensão insustentável. Exigimos cortes em várias áreas.
 Em 2011, o custo da electricidade vai pesar mais no orçamento dos consumidores. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs, em Outubro, uma média de 3,8% de aumento na tarifa da electricidade.
Opções políticas e medidas legislativas condicionam a fixação das tarifas e levam a que a parcela dos “Custos de Interesse Geral” continue com um crescimento imparável. Em 2011, prevê-se um total de 2,5 mil milhões de euros de custos, um aumento superior a 30%, face a 2010. Por exemplo, na factura, por cada € 100 pagos, € 42 referem-se a “Custos de Interesse Geral”, que podem e devem ser reduzidos. Alguns não têm relação directa com a produção e distribuição de energia eléctrica.
É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas. Para 2011, a diminuição de 10% nestes custos levaria a uma redução de 5% na factura.
Há muito que a DECO alerta para a situação no sector e exige uma redução dos custos de interesse geral, para que o preço a pagar pelos consumidores seja mais justo.
Assine a petição lançada pela Deco . Clique Aqui para assinar a petição da DECO.

Taxas extras ,água, luz, gás e comunicações custam 40 euros por mês

Taxas nas facturas da água, luz, gás e comunicações nem sempre são claras, alerta a Deco.
Sabe quanta água, electricidade, gás e telefone consome por mês? Provavelmente não: mesmo que saiba de cor o valor da factura final, não é fácil perceber quanto diz respeito ao que consumiu e quanto vai para as taxas fixas. Algumas custam alguns cêntimos mas tudo somado uma família de quatro pode pagar uma média de 40 euros por mês, além do que realmente consome.

Há quotas de serviço ou termos fixos, taxas de saneamento, taxas adicionais, direitos de passagem e de uso do subsolo e ainda custos relativos ao uso das redes - parcelas mais ou menos perdidas nas facturas dos serviços públicos essenciais, comunicações incluídas.
A factura da água é a que tem mais parcelas. "Existe uma componente variável, que é o consumo, e uma fixa, de acesso ao serviço. Esta segunda tem designações diferentes em todo o País: às vezes é quota de serviço, outras quota de disponibilidade", explica a jurista Ana Cristina Tapadinha, da Deco. A associação de defesa do consumidor reclama por isso a uniformização e clarificação das designações nas facturas, que variam pelo País fora. "Através das reclamações e pedidos de informação que temos percebemos que é preciso tornar mais claro para o consumidor aquilo que está a pagar".
Na factura da água aparece ainda a taxa de recursos hídricos, definida por lei para compensar a utilização dos recursos de água do País. E quase todas as autarquias cobram ainda os serviços de saneamento, recolha do lixo e limpeza das ruas. Nas telecomunicações alguns consumidores pagam o aluguer da linha e encontram ainda uma taxa de direitos de passagem - um máximo de 0,25% sobre o consumo efectuado.
Com a electricidade e o gás, os portugueses pagam ainda a contribuição audiovisual e a taxa de utilização do subsolo, respectivamente. Mas cobram-lhes também os custos relativos ao uso das redes e de "interesse económico geral", sem que se consiga perceber qual é o seu peso no valor final - o que motivou uma campanha da Deco.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Avaliação bancária volta a recuar em Outubro.

O valor médio de avaliação bancária, realizada no âmbito dos empréstimos à habitação, voltou a diminuir em Outubro, face ao mês anterior e face ao período homólogo. Apenas o Algarve e a região autónoma da Madeira registaram uma variação positiva.



De acordo com os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor médio de avaliação bancária fixou-se no mês passado em 1.133 euros por metro quadrado, menos 0,6% que em Setembro e 1,3% abaixo do valor registado em Outubro de 2009.

A mesma fonte adianta que nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a avaliação bancária caiu 0,4% e 0,1% face a Setembro, respectivamente.

Apenas a região do Algarve e a Região Autónoma da Madeira registaram variações em cadeia positivas, de 0,8% e de 0,4%, respectivamente.

Todas as outras regiões viram o valor da avaliação bancária baixar em Outubro, sendo que a região Centro verificou a maior descida, ao recuar 1%.

“Relativamente aos apartamentos o valor médio de avaliação bancária fixou-se em 1202 euros por metro quadrado, representando um decréscimo de 0,7% face a Setembro”, acrescenta.

Petrobras acredita que há petróleo em Portugal


A empresa brasileira está a fazer prospecção ao largo de Peniche e o seu responsável em Portugal defende que há fortes possibilidades de encontrar petróleo.
Quatro anos depois de ter apostado na pesquisa de petróleo e gás natural na bacia de Peniche, a brasileira Petrobras continua a acreditar que vale a pena investir neste projecto - uma empreitada onde a perfuração de um poço poderá custar cerca de 100 milhões de dólares (74,7 milhões de euros).
Parceira das portuguesas Galp (30%) e Partex (20%), a Petrobras (50%) defende que, mesmo sendo um projecto de alto risco", há 10% a 12% de probabilidades de encontrar o tão desejado ‘ouro negro' na costa portuguesa. São números que não assustam o responsável pelo negócio do grupo brasileiro em Portugal, José de Freitas. Com um optimismo moderado, o gestor explica, em entrevista ao Diário Económico, que "estes são os números da indústria de petróleo. Quando a possibilidade de sucesso ultrapassa os 30%, é uma alegria tremenda".
Pior do que não encontrar nada, diz, é quando se descobre algo, obrigando a decidir se vale a pena continuar a injectar dinheiro na exploração. Prova disso são os 200 milhões de dólares (150 milhões de euros) que a Petrobras acaba de aplicar num poço na Turquia, no Mar Negro, com ‘resultado zero

Figuras da UE afastam cenário de colapso do Euro


A possibilidade de um colapso da Eurozona por culpa da crise irlandesa foi desmentida por altas figuras da União Europeia, esta quinta-feira, afastando assim a especulação. O líder da Facilidade Europeia de Estabilidade Financeira, Klaus Regling, disse que o perigo de haver uma implosão do euro é zero.
Este fundo faz parte do plano de salvamento da Irlanda, ao garantir a cobertura de uma parte das dívidas do país.
Portugal é apontado como o próximo país do grupo de 16 países a poder vir a beneficiar de um pacote de ajuda da União Europeia e do FMI. A Espanha está também no centro das atenções e agora começou a falar-se igualmente na Bélgica. A dívida pública do país atinge já os 100% do Produto Interno Bruto.
O presidente do Bundesbank, Axel Weber, juntou-se às vozes dos que classificam a possibilidade de implosão da Eurozona como pura especulação.
Esses reparos têm vindo sobretudo dos Estados Unidos e do Reino Unido. Vários analistas dizem que a crise das dívidas criou uma clivagem demasiado importante entre a Alemanha, que é a maior economia da Europa, e os outros países que utilizam o euro.

Scuts : Pagar ou Demorar mais Tempo?

As portagens nas Scut irão custar entre 10 cêntimos e 1,20 euros, de acordo com o consagrado na portaria e no decreto-lei hoje publicados. Os diplomas revelam os preços a praticar a partir de 1 de Julho nas três concessões que passarão a ser pagas (Costa da Prata, Norte Litoral e Grande Porto). 

Na concessão Norte Litoral (A28) há um total de quatro pórticos para cobrar portagens. No caso da Costa da Prata (A29, A44 e partes da A25 e A17) foram instalados dez pórticos. A concessão Grande Porto (A4, A41, A42 e VRI) terá cobrança em 12 locais.

Nestas três concessões há ainda vários troços isentos de portagens. Na Scut Norte Litoral, continuam sem pagar os lanços da A28 entre Sendim e o IC24, o troço da mesma auto-estrada entre Viana do Castelo e Caminha, a ligação da A28 a Vila Praia de Âncora e a A27 de Viana do Castelo a Ponte de Lima. 

Na Costa da Prata estarão isentos os troços da A25 entre Barra e Pirâmides, o lanço entre a A29 (A29/A44), a A1 e o IP1 (Freixo), e o troço entre a A44 (A29/A44) e Coimbrões (Vila Nova de Gaia).  Clique aqui..E veja se vale o tempo ou dinheiro viajar pela Scut.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Bancos recebem 7.500 queixas. Quem lidera?

O Banco de Portugal (BdP) analisou 7.561 reclamações feitas pelos clientes bancários nos primeiros oito meses deste ano, revela o banco central na Síntese Intercalar de Actividades de Supervisão Comportamental, divulgada esta segunda-feira.
A fatia de leão, de 4.087 queixas, chegou às mãos do regulador através dos Livros de Reclamações dos bancos, sendo que apenas 3.474 foram enviadas directamente pelos clientes ao Banco de Portugal.


Apesar de o valor ser mais baixo do que o registado no mesmo período do ano passado (menos 13%), são recebidas 1.260 reclamações por mês e, de acordo com o BdP, em mais de metade dos casos (54%), os consumidores tinham razão em reclamar. Nesses casos, a resolução do problema surgiu por iniciativa da instituição de crédito, ou «por advertência e/ou determinação específica do Banco de Portugal».


Depósitos e créditos no topo da lista

Olhando para as causas das reclamações, as contas de depósito representam 26% do total, seguidas do crédito ao consumo e outros fins, com 25% e do crédito à habitação, com 14%.

Numa análise por banco, mas olhando apenas para os primeiros seis meses do ano, o Deutsche Bank foi o que recebeu mais reclamações, com uma média de 35 queixas por cada mil contas.

O segundo na lista é o Barclays, com 21 reclamações por cada mil contas, e o terceiro é o BBVA, com 17 reclamações por cada mil contas.
Pelo contrário, com menos reclamações surgem a Caixa Agrícola e o BES, com quatro reclamações por cada mil contas, seguidos pela CGD, com cinco reclamações por cada mil contas.

Empresas: bancos garantem que não existem restrições no crédito

Os administradores executivos dos cinco maiores bancos portugueses afirmaram esta terçafeira que não existem restrições no crédito às empresas, mas admitem que vão ser mais selectivos no apoio às empresas no próximo ano. 


No 4º Fórum Empreendedorismo, organizado em Santarém, os representantes dos cinco maiores bancos portugueses - BCP, BES, Santander Totta, Caixa Geral de Depósitos (CGD) e BPI - foram consensuais ao afirmar que a banca está a ser mais «selectiva» na atribuição de crédito às empresas, sublinhando que, apesar da crise, o volume de crédito atribuído tem aumentado.

António Ramalho, administrador executivo do BCP, referiu que, no seu banco, o volume de crédito atribuído cresceu, em média, 2,5 por cento. 

Já no caso do BES, António Souto, indicou um crescimento médio de 5 por cento, salientando, no entanto, que este ano o seu banco não deverá atingir este número.

Por seu turno, Araújo e Silva, da CGD, mencionou um crescimento de 19 por cento nos últimos cinco anos.

Um "fura-greves" gigante chamado "shopping"

Norteshopping facturou sem parar. Greve lá fora, grevistas cá dentro.


Quando as duas centrais sindicais anunciam mais de três milhões de trabalhadores em greve, entrar num "shopping" parece uma visita a um universo paralelo. Ali nada pára, a adesão dos funcionários é quase nula. É um microcosmo à parte. Tudo tem de estar a postos, até porque é esperado que os que decidiram parar encham as lojas. Os gerentes das grande superfícies dizem ver mais gente, mas os reflexos na caixa são quase nulos. Na ausência de uma manifestação aglutinadora, muitos grevistas repetiram o hábito do dia-a-dia: ir às compras. 

À chegada ao terceiro maior centro comercial do País, o Norteshopping, em Matosinhos, somos confrontados com a primeira dificuldade. Um trânsito típico de hora de ponta, fora de hora de ponta. A segunda prova de fogo é no parque de estacionamento: foram precisos dez minutos para arranjar lugar. Parece ser dia de enchente. 

Venda de habitações de luxo na Remax aumenta 9% num ano.


A mediadora vendeu, através da marca Remax Collection, casas no valor de 80 milhões de euros.

A Remax está a reforçar o negócio da venda de casas de luxo. Em apenas um ano, desde Setembro de 2009, data em que foi lançado a marca Remax Collection, a mediadora vendeu imóveis no valor de 80 milhões de euros. "Um montante que representa um crescimento de 9% em relação ao ano anterior em que, apesar de não termos a marca Collection, já vendíamos casas de luxo, com preços acima de 500 mil euros", explicou Beatriz Rubio, presidente executiva (CEO) da Remax Portugal e responsável pelo segmento de luxo da empresa, ao Diário Económico.
De acordo com a responsável, este é um feito notável tendo em conta a situação económica que Portugal vive, mas é também a prova de que ainda há dinheiro no país. "Em três meses, vendemos três casas em Cascais que custavam entre dois a 2,6 milhões de euros cada uma. E tivemos uma casa de quatro milhões que se vendeu em seis meses", conta.
Para 2011, o objectivo é continuar a crescer, se possível a dois dígitos, mas de acordo com esta responsável não existem quaisquer metas, tanto em número de casas angariadas como de negócios realizados. "Mais que quantidade, quero qualidade. Quero que a Remax Collection tenha muito boa reputação e não muitas casas em carteira", comenta Beatriz Rubio. Ler Mais ...Clique aqui.

DECO lança petição para reduzir custos "extra" na factura da luz


A DECO lançou hoje uma petição on-line que visa alertar os consumidores para "os extras" que pagam nas facturas de electricidade.
A campanha, lançada hoje às 07h00, visa "sensibilizar e alertar os consumidores para aquilo que pagam nas suas facturas de electricidade, nomeadamente os 'extras'", mas também "sensibilizar o Governo e à Assembleia da República para a necessidade de introduzir medidas que sejam adequadas a uma formação justa dos preços da electricidade", explicou à Lusa a porta-voz da Associação de Defesa de Consumidores.
Segundo Ana Cristina Tapadinhas, a factura da electricidade é composta por três parcelas: 31% corresponde aos custos de produção, 27% ao uso das redes de distribuição, e 42% a "custos de interesse geral. Ler Mais..Clique aqui.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Estou a pensar montar um negócio ou renegociar o meu crédito .

Quando pensamos em montar um negócio a primeira coisa que nos bem à cabeça é se temos dinheiro para montar o negócio.
Ainda antes de pensarmos em qual será o negócio que pretendemos montar, já estamos a pensar se teremos capacidade financeira para o executar.

Muitas vezes esse pensamento é limitativo e acabamos por não avançar com o nosso negócioporque pensamos que a nossa situação financeira não o permite que criemos a nossa independência nesse momento.
Esse pensamento é extremamente negativo.

Podemos criar negócios com qualquer valor que tenhamos, até podemos criar um negócio sem investir uma única moeda.
Claro que uma coisa é certa, podemos não investir dinheiro, mas trabalho teremos sempre de investir. Não pensem que por aqui aparecem soluções milagrosas em que os empreendedores não investem tempo, dinheiro ou trabalho e vão criar um negócio lucrativo.
Se pensa criar um negócio ou renegociar alguma operação junto da banca , fale com o consultor MaxFinance.

A MaxFinance faz parte de algum banco?

Não, A MaxFinance é uma marca registada e independente, criada para promover a consolidação e a transferência de créditos. A MaxFinance apresenta ao cliente, a melhor proposta existente no mercado, não se limitando a apresentar apenas a proposta de uma entidade bancária ou de um grupo restrito de bancos.

Cinco acções com muito dinheiro para a sua carteira.


Há empresas que têm a capacidade de “produzir” dinheiro com a mesma facilidade que nós respiramos. Conheça cinco delas.
O período que os mercados atravessam actualmente está longe da normalidade. A incerteza e a indefinição estão na ordem do dia. Não é novidade para ninguém que o crédito está cada vez mais caro e cada vez mais escasso para particulares e empresas. A falta de confiança entre bancos ainda não desapareceu, como mostra a quase inexistência de negócios no mercado interbancário. E no que toca às finanças públicas de alguns países europeus, o quadro nunca esteve tão negro.

São tempos difíceis para os investidores mais incautos. E é por isso que hoje, mais do que nunca, o "dinheiro vivo" vale ouro e é rei, tanto na carteira, no formato de notas e moedas, como na bolsa, em forma das populares ‘cash cows': empresas sem problemas financeiros e com uma enorme capacidade para gerar fluxos de caixa, que permitem aos accionistas recuperarem rapidamente o investimento realizado. São o negócio perfeito, pensarão alguns. O problema, é que não é fácil encontrar estas empresas, principalmente nos tempos que correm. Ler mais....

Euribor caem para mínimos de um mês


As taxas europeias voltaram hoje a cair em todos os prazos, fixando-se nos valores mais baixos desde finais de Outubro.
A Euribor a seis meses, a taxa mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação em Portugal, desceu hoje pela sétima sessão consecutiva e está agora nos 1,26%, o valor mais baixo desde 26 de Outubro.
O mesmo sucedeu com a taxa a três meses, a referência no cálculo dos juros dos Certificados de Aforro, que deslizou para 1,03% na nona sessão seguida de perdas. Já a maturidade a 12 meses recuou para 1,531%. Estes dois indexantes estão também em mínimos de finais do mês passado.
As taxas Euribor seguem habitualmente a taxa de juro de referência do BCE, que se encontra no mínimo recorde de 1% desde Maio de 2009, e influenciam directamente a prestação da casa e os empréstimos concedidos pelos bancos às empresas.

Numa altura em que os bancos estão a subir os ‘spreads’ como poupar


Numa altura em que os bancos estão a subir os ‘spreads’ praticados no crédito à habitação, juntar todos os créditos num só permite poupar até 70% nos encargos mensais.
Taxas de juro em mínimos, ‘spreads' e desemprego em máximos. Eis uma fórmula altamente instável que a qualquer momento poderá explodir nos bolsos das famílias portuguesas. Depois de cerca de um ano e meio em queda face aos máximos históricos do final de 2008, surgem os primeiros sinais de inversão dos indexantes utilizados no crédito em Portugal. Se a isto adicionarmos a perspectiva de manutenção dos ‘spreads' em níveis elevados e o desemprego que está no valor mais alto das últimas três décadas, evitar situações de incumprimento poderá obrigar muitos agregados a apertar vários furos no cinto ou então a procurar soluções para reduzir as prestações dos seus créditos. A solução para não ficar "amarrado" aos juros poderá passar pela consolidação de créditos. Uma opção que poderá aliviar em até 70% os encargos mensais com o crédito.
Consultoras financeiras contactadas pelo Diário Económico confirmam, de facto, a existência de uma maior adesão por este tipo de solução. Apesar de se tratar de um problema transversal que afecta diferentes perfis de clientes, segundo João Martins, director-Geral da MaxFinance, "diríamos que se tratam de pessoas entre os 30 e os 50 anos, casados com filhos, trabalhadores por conta de outrem, com rendimentos mensais baixos e que, em média, têm mais de cinco créditos para além do crédito habitação". Para aferir as vantagens, os inconvenientes e o impacto sobre a prestação mensal do recurso à consolidação de créditos, o Diário Económico pediu a duas consultoras que fizessem simulações com base em três cenários com níveis de endividamento diferentes. Os resultados mostram que a junção de créditos num único, permite uma redução entre 33% e 69% na prestação. Por exemplo, no segundo cenário em que o encargo mensal com créditos do agregado é de 1412,54 euros, com a consolidação é possível baixar a prestação para 433,97 euros.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Poupança: donas de casa modernas partilham dicas na Internet

Comparam preços, descobrem promoções, preparam prendas caseiras e até aproveitam água fria dos banhos. Tudo em nome da crise


Poupar dá trabalho, mas elas fazem-no todos os dias: comparam preços, descobrem promoções, preparam prendas caseiras, aproveitam a água fria dos banhos. E não ficam por aqui: as donas de casa modernas estão a invadir a Internet com blogues anti-crise.

Através dos conselhos delas, descobrem-se as promoções em vigor nos vários supermercados, sessões de «spa» a preço de saldo, como entreter os miúdos sem mexer na carteira ou onde cortar o cabelo sem gastar um tostão (não, não é em casa, é nas escolas de cabeleireiros).

Faça plano mensal do orçamento familiar

O segredo do sucesso deste esforço de poupança parece estar na partilha: «Ao partilhar, temos a oportunidade de aprender com as experiências dos outros e trocar ideias que nem nos tinham passado pela cabeça», explica Rute Carréu, de 31 anos à Lusa.

A técnica de Recursos Humanos residente em Sintra criou o «tostoescadecasa.blogspot.com» no início de Agosto, mas começou a poupança antes disso.

Depois do nascimento do filho, «sobretudo na altura de regressar ao trabalho e pagar a creche, a necessidade de poupar aumentou», porque «recorrer ao pé-de-meia tornou-se um hábito».Ler mais...