Em 2010, foram apreendidas quase 19 mil notas contrafeitas, o equivalente a um milhão de euros.
O título de maior falsificador de dinheiro na Europa ainda pertence a um português, Artur Alves dos Reis. A história remonta a 1925, ano em que conseguiu, com a colaboração de uma alargada equipa de "especialistas" cúmplices, falsificar uma ordem de impressão de dinheiro do Banco de Portugal e enviá-la para Inglaterra. Foram impressas 200 mil notas com o valor nominal de 500 escudos que, actualmente, corresponderiam a, pelo menos, 1,4 milhões de euros. A maior produção de dinheiro falso - totalmente verdadeiro - acabou por ser revelada nas páginas do "O Século".
Actualmente, o BdP disponibiliza, no âmbito da sua função de emissão monetária e regulação do sistema fiduciário, um programa de formação sobre o conhecimento das notas de euro. Será que, 85 anos depois da maior falsificação europeia, vários Alves dos Reis já aproveitaram para aprofundar conhecimentos, de forma gratuita, nessas acções de formação?
Com maior ou menor qualidade na falsificação, a verdade é que, em 2010, o banco central português apreendeu o maior número de notas contrafeitas em Portugal desde a introdução física do euro em Janeiro de 2002.
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