segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

10 temas escaldantes para manter debaixo de olho

As acções deverão voltar aos seus tempos áureos enquanto a banca tentará dar a volta e o ouro e o petróleo renovarão novos máximos.



Os últimos dez anos ficarão na História por, pela primeira vez em uma década, a rendibilidade das acções ter ficado abaixo do desempenho das obrigações e de outros activos mais defensivos. Este facto sustenta a ideia de muitos analistas de que o próximo ano e, particularmente, a próxima década, serão períodos bastante positivos para as acções. Os analistas que emitem regularmente notas de ‘research' sobre as empresas cotadas perspectivam mesmo uma valorização de 10% para as acções mundiais. "Com as taxas de juro nos países da OCDE a continuarem a providenciar nenhuma protecção para a inflação futura e o imobiliário deprimido ou, como estão as ‘commodities', num potencial território de bolha, as acções vão ser o melhor activo para investir", refere Andreas Utermann, da Allianz Global Investors, no ‘outlook' da empresa alemã para 2011.
Oportunidades para todos os perfis
Para os investidores mais avessos ao risco, 2011 promete também ser um ano de ganhos bastante interessantes. E a culpa é dos bancos, que em resultado da persistência da dificuldade em obterem financiamento no mercado deverão promover a emissão de produtos com taxas atractivas, como ocorreu o ano passado pela emissão de obrigações perpétuas ou obrigações convertíveis, e pela subida das taxas de remuneração dos depósitos a prazo.

As matérias-primas que estiveram em grande foco durante 2010 voltarão a marcar destaque este ano. O Barclays Capital (BarCap) refere que "os fundamentais da procura continuarão a melhorar com várias ‘commodities' a renovarem novos máximos em 2011 e 2012". Nesse sentido, os especialistas do BarCap, recomendam os investidores a apostarem no crude, cobre, milho e ouro. Ler Mais ....

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