segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Decisão polémica de juiz faz Fitch ameaçar cortar ‘rating’ de bancos espanhóis


Um juiz considerou que a entrega da casa é suficiente para saldar as dívidas ao banco. A sentença está a abalar o mercado em Espanha.
A Fitch comunicou na sexta-feira que terá de rever a notação de risco dos bancos espanhóis, caso o recurso do BBVA para anular a sentença da Audiência Provincial de Navarra - equivalente a um Tribunal da Relação português - venha a fracassar. Em causa está o precedente aberto por esta autoridade, que confirma aliás a decisão já proferida num tribunal de primeira instância, ao declarar como suficiente a entrega de um imóvel para saldar a dívida com o banco. Isto mesmo que o imóvel tenha entretanto desvalorizado e não cubra a totalidade do montante em falta.
O caso está a gerar polémica em Espanha e a abalar o mercado hipotecário. Para já, aplaudem os clientes e tremem os bancos. Desde 2008, os bancos espanhóis executaram 290.000 imóveis por situações de incumprimento. A lei espanhola, tal como a portuguesa (ver caixa) prevê que, sempre que a execução da hipoteca não garanta o valor da dívida, o que acontece na maioria dos casos, o banco exija o diferencial, accionando muitas vezes a penhora de outros bens ou de parte do salário. Sempre que há um fiador, este também pode ser responsabilizado pelo pagamento da dívida. Ler Mais....

Prémios dos seguros automóvel vão ter de subir


O director-geral da Generali diz que é inevitável que as seguradoras subam os prémios este ano.
Se tem carro e tiver que pagar o seguro do seu automóvel nos próximos meses não se admire se a factura for mais elevada do que no ano passado. Santi Cianci, director-geral da seguradora Generali em Portugal, refere que é inevitável que os prémios destas apólices subam em 2011. O motivo é simples: depois de muitas companhias terem optado por baixar os tarifários em 2009, "ficou claro que o nível de tarifário praticado nessa altura, e que foi parcialmente recuperado em 2010, tornava insustentável a operação", explica este responsável em entrevista ao Diário Económico. E adianta: "Os preços vão ter de subir ligeiramente para que as companhias cumpram a sua função".
No caso específico da Generali, a seguradora não prevê fazer alterações significativas de preços. "Mas é importante referir que nós em 2009 não baixamos as tarifas. Ao contrário das outras companhias mantivemos as tarifas que achámos de deveríamos ter para salvaguardar os nossos resultados. Em vez de dar descontos, oferecemos serviços adicionais ao seguro automóvel. E, desta forma, conseguimos ter uma retenção de clientes muito elevada", explica Santi Cianti.  Ler Mais.....   
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Portugueses pagaram 26 mil milhões de euros com Visa


Apesar da incerteza económica, 2010 marca o regresso da Visa a resultados de dois dígitos.
Um bilião de euros pagos com cartão e 25 mil milhões de transacções. Este é o saldo alcançado pela Visa na Europa, que se estendeu a Portugal, e que marca o regresso ao crescimento de dois dígitos. Para o director geral da Visa Europe em Portugal, Sérgio Botelho, reduzir a fraude, implementar inovações e substituir o dinheiro vivo são algumas das grandes prioridades.
Como foram os resultados da Visa na Europa?
Apesar da incerteza económica, a Visa Europe regressou ao nível de crescimento de dois dígitos, o que já não acontecia a algum tempo. Os pagamentos com cartão Visa aumentaram 16% para 1 bilião de euros, com o número de transacções processadas a crescer 14% para as 25 mil milhões. O número de cartões emitidos está já nos 419 milhões e o débito foi a forma de pagamento mais popular na Europa.

Taxas euribor sobem há duas semanas


As maturidades europeias continuam a renovar máximos de Julho de 2009.
A Euribor a seis meses, a mais utilizada no cálculo dos juros do crédito à habitação em Portugal, acelerou hoje para 1,307%, enquanto o prazo a 12 meses subiu para 1,625%. Estes dois indexantes somam 13 sessões seguidas positivas, o maior ciclo de ganhos desde Outubro, e estão também em máximos de 19 meses.
Já a taxa a três meses, que serve sobretudo de referência nos empréstimos às empresas e influencia também os juros dos certificados de aforro, progrediu para 1,063% na 12ª sessão em alta, tocando também um máximo de Julho de 2009.
As taxas Euribor estão em alta há duas semanas consecutivas e os peritos estão convencidos que esta tendência irá manter-se ao longo do ano. A maturidade mais curta deverá chegar aos 1,25% já em Março e atingirá os 2% durante o primeiro trimestre de 2012, segundo as estimativas do mercado.
Estes indexantes, que influenciam directamente a prestação da casa e custo dos empréstimos concedidos pelos bancos às empresas, estão cada vez mais distantes da taxa de juro de referência do BCE, que se situa no mínimo recorde de 1% desde Maio de 2009.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Banca aumenta ‘spreads’ e restringe acesso ao crédito


Os bancos portugueses "tornaram-se significativamente mais restritivos no quarto trimestre de 2010", segundo o Banco de Portugal.
As restrições na concessão são transversais mas fazem-se sentir sobretudo "nos empréstimos a grandes empresas e nos empréstimos a longo prazo", de acordo com um inquérito do banco central.

No crédito a particulares (habitação e consumo) "o aumento da restritividade foi menor". Estas maiores restrições, diz ainda o supervisor, têm resultado sobretudo "em ‘spreads' mais elevados".
Os bancos justificam a maior selectividade e encarecimento da concessão de crédito com a deterioração "das expectativas quanto à actividade económica" assim como "das condições de financiamento e restrições de balanço".

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Descubra os fundos que mais investem em dívida nacional


Conheça as oportunidades e os riscos de investir em dívida do Estado.
As cotações no mercado indiciam que a dívida pública portuguesa é um activo cada vez mais arriscado, mas as gestoras nacionais aumentaram a exposição a este activo. Segundo dados da CMVM, o valor investido nestes títulos mais que triplicou no ano passado para 304,8 milhões. A aposta acontece numa altura em que a maior parte das casas de investimento internacionais recomenda reduzir a exposição a dívida portuguesa, em que alguns fundos soberanos anunciaram que evitam as obrigações dos países periféricos e até o próprio banco central da Suíça deixou de aceitar títulos de dívida do Estado como colateral para não incorrerem em risco.
O mercado não está seguro de que Portugal consiga honrar os seus compromissos financeiros, o que levou a uma escalada da taxa de rentabilidade ('yield') da dívida portuguesa. Mas os gestores de fundos nacionais parecem encarar a dívida nacional como uma oportunidade. Dos fundos geridos por sociedades nacionais, 21 têm uma exposição a Bilhetes e/ou Obrigações do Tesouro superiores a 10% do valor total sob gestão, segundo uma análise do Diário Económico tendo como base a informação da CMVM sobre a composição das carteiras, relativa ao final de Dezembro. Ler mais.......

Como ter acesso a crédito mais baixo


Ter acesso aos ‘spreads’ mais baixos praticados pelos bancos não é uma tarefa fácil. Conheça as condições que tem de apresentar.
1. Rácio financiamento/garantia inferior a 60% ou mesmo a 50%. Quanto maior for a entrada que der para a casa, maiores são as probabilidades de obter um ‘spread' mais atractivo. Para obter o ‘spread' mínimo na Caixa Galicia (0,5%), no Banco Popular (0,6%) e no Barclays (1,3%) tem de apresentar um rácio LTV ('loan to value') igual ou inferior a 60%. Quer isto dizer que os consumidores têm de pedir empréstimo num montante equivalente a apenas a 60% do valor casa. No caso do BBVA, por exemplo, o rácio de financiamento tem de ser ainda mais baixo (50%) para poder gozar de um ‘spread' de 0,4%. Isto significa que o consumidor tem de ter em carteira dinheiro disponível para pagar metade da casa que quer comprar.
2. Subscrição de produtos: Muitas vezes os bancos propõem a subscrição de produtos para baixar o ‘spread'. Quanto maior for o envolvimento do cliente com a instituição, mais fácil será o acesso a um ‘spread' baixo. No entanto, para ter o ‘spread' mínimo os bancos exigem que o cliente subscreva ou adira a um conjunto alargado de produtos e serviços da instituição. Na Caixa Galicia, por exemplo, é necessário aderir a um cabaz de sete serviços/produtos (domiciliação de ordenado, seguro de vida, seguro multirriscos habitação, serviço de homebanking, domiciliação de pelo menos dois pagamentos regulares (água, luz, telefone, ...), cartão de débito e pelo menos um dos seguintes produtos: PPR ou seguro de protecção ao crédito. O BBVA e o Popular também pedem a adesão a um pacote similar de serviços e produtos. Ler Mais.....

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Desemprego deve baixar ligeiramente em 2011


No conjunto da União Europeia e nos países desenvolvidos o desemprego chegou aos 8,8% em 2010 mas deve descer ligeiramente este ano.
Os dados foram revelados ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
O estudo ‘Tendências Mundiais do Emprego 2011' salienta que houve uma recuperação desigual dos mercados de trabalho no ano passado, com o desemprego a aumentar na União Europeia e Economias Desenvolvidas (Canadá, EUA, Austrália, Nova Zelândia, Israel, Japão, Islândia, Noruega e Suíça), enquanto na maioria dos países em desenvolvimento o cenário é de estabilidade ou melhoria ligeira.
Entre 2007 e 2010, a União Europeia e os países desenvolvidos registaram 55% do aumento do desemprego, embora representem apenas 15% da força de trabalho mundial.    Ler Mais .....

Lista negra dos cheques nunca teve tão pouca gente


O número de particulares e empresas inibidos de usar cheques fixou-se em cerca de 75 mil no final de 2010. Uma descida de 15% face ao ano anterior.
O número de particulares e empresas inscritos na lista negra de cheques atingiu, no final de 2010, o nível mais baixo de sempre. O menor recurso a este meio de pagamento por parte dos particulares, uma maior consciencialização das consequências do uso indevido dos cheques e o encerramento de empresas em sufoco financeiro são os principais argumentos apontados pelos especialistas.
Segundo os números do Banco de Portugal, a lista negra dos cheques tinha 75.228 nomes no final do ano passado. Este é o valor mais baixo desde que o regulador divulga a lista (2002) e representa uma descida de 15% face aos mais de 89 mil de 2009. Ler Mais.....

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Lucros da banca ao nível mais alto em três anos

Actividade internacional com contributo decisivo para subida das contas de 2010 dos três bancos cotados.


A ‘earnings season' de 2010 arranca esta semana em Portugal pela mão do BPI. Num ano que ficará marcado na história pela crise de dívida soberana e pelas dificuldades de financiamento, o sector da banca terá contrariado as expectativas mais pessimistas ao arrecadar os lucros mais elevados dos últimos três anos. O Diário Económico compilou as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg, emitidas de Dezembro até hoje, para BPI, BES e BCP. Feitas as contas, os três maiores bancos cotados terão mantido a tendência de subida registada nos últimos dois anos e fechado o ano com um crescimento de lucros de 8% para os 992 milhões de euros. A confirmar-se, este será o valor mais elevado desde as contas de 2007, ano em que o resultado conjunto dos "três grandes" atingiu os 1,5 mil milhões, número que é, hoje em dia, uma miragem.

"O aumento das comissões e dos preçários, a valorização de participações, o reforço da política de contenção de custos e, sobretudo, a actividade internacional terão sido os catalisadores dos lucros", justificou o CEO da corretora Dif Broker. Pedro Lino vai mais longe ao esperar que "em alguns casos, mais de 40% dos lucros venham do exterior". O contributo decisivo da actividade internacional para as contas do sector volta a ser mencionado por um analista que não quis ser identificado: "os números do BCP terão sido suportados, em grande parte, pelo negócio na Polónia que, até Setembro, contribuiu com 53 milhões de euros. Já a recuperação da actividade em Angola vai complementar e ajudar a actividade do BPI em Portugal".

Consumo das marcas próprias aumentou nos piores anos da crise, diz APED

O consumo das marcas próprias da grande distribuição aumentou em Portugal nos piores anos da crise, em 2008 e 2009, e actualmente representa 25% do mercado alimentar, segundo a associação das empresas de distribuição (APED).

 
"Especialmente em momentos de crise económica, o consumidor está mais disponível para optar por uma solução que oferece um relação de qualidade/preço mais interessante", afirmou à Lusa o presidente da APED, Luís Reis.

Outra das razões do aumento do consumo de marcas próprias, em especial no mercado alimentar, é o facto de o distribuidor estar a introduzir cada vez mais produtos de marca própria. Ler Mais...

Crédito às famílias sobe e malparado tem ligeiro agravamento, diz BdP

O valor do crédito concedido às famílias aumentou 163 milhões de euros de Julho para Agosto, com o malparado a subir também para os 4,115 mil milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).


De acordo com o Boletim Estatístico hoje publicado, o valor dos empréstimos concedidos aos particulares subiu em Agosto para os 140.658 milhões de euros, face aos 140.495 milhões de euros em Julho.

O único segmento cujo valor de crédito concedido subiu foi o da habitação, que atingiu os 112.839 milhões de euros em Agosto, mais 204 milhões de euros que em Julho. Ler Mais.....

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

"Spreads" no crédito mais perto da fasquia de 5%

Os "spreads" continuam a subir. Em Janeiro foram já quatro as instituições que aumentaram as taxas.

Os "spreads" não param de subir. Desde o início do ano, quatro instituições já aumentaram a margem que cobram aos clientes na concessão de financiamento para a compra de habitação. Há já bancos a praticar "spreads" próximos de 5%, como é o caso do BES, que passou a ter a taxa mais elevada do sector em Portugal.

BES, Barclays, Santander Totta e BBVA aumentaram os "spreads" cobrados nos empréstimos à habitação no início deste ano. Nos dois primeiros casos, os aumentos foram realizados quer nas taxas mínimas, quer nas máximas. Já o Santander Totta e o BBVA só alteraram os "spreads" mais altos.


Os produtos financeiros "verdes" compensam?

As intenções são louváveis, mas a maioria dos produtos com preocupações ambientais não compensa em termos financeiros.
Os produtos financeiros amigos do ambiente aliviam a consciência mas deixam também a sua carteira mais leve. A rendibilidade média nos últimos 12 meses dos fundos de investimento ecológicos não vai além dos 8,5%. Os ganhos não são maus mas ficam muito aquém dos congéneres, como por exemplo o sector da indústria que remunera, em média, a 25,7%. Mas existem produtos que, embora mais caros, têm uma atitude proactiva em relação ao ambiente, não se limitando a ser verdes. É o caso dos cartões de crédito Carbono Zero, da Caixa Geral de Depósitos, e do cartão WWF do BES. Em contrapartida o cartão Green da Cetelem, de verde só tem o nome - e na verdade também a cor. Obviamente existem produtos onde as preocupações ambientais compensam, como os créditos para energias renováveis, muito embora estes sejam uma excepção legislada. Trimestralmente o Banco de Portugal fixa as taxas máximas a praticar nas várias modalidades de crédito ao consumo, onde os créditos para energias renováveis gozam de taxas máximas consideravelmente mais baixas face a um crédito ao consumo normal. Ler Mais.....

Bancos apanham mais 50% de casos de lavagem de dinheiro


Bancos denunciam 1.500 operações de branqueamento de capitais. Crise e aumento dos impostos explicam subida recorde.
A banca está a apertar o cerco às transacções bancárias e a detectar um número cada vez maior de operações suspeitas de estarem relacionadas com branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo. De tal forma que as denúncias às autoridades judiciais - Ministério Público e Unidade de Informação Financeira (UIF) da Polícia Judiciária - atingiram um número recorde em 2010.
De acordo com os dados avançados pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) ao Diário Económico, os bancos denunciaram 1.459 operações bancárias realizadas e/ou por concretizar que, pela sua natureza, montante ou características, indiciavam a movimentação de valores provenientes de actividades ilícitas.
Este elevado número de suspeitas representa um crescimento de 50% face às 970 participações efectuadas em 2009. E, além disso, é o número mais elevado desde que há registos, ultrapassando largamente o máximo de 1.067 atingido em 2007.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Apreendidas mais de 750 mil notas falsas em 2010


No ano passado, foram apreendidas na zona euro 751 mil notas contrafeitas, uma quebra de 12% face a 2009.
Dados revelados hoje pelo Banco de Portugal mostraram também que, só no segundo semestre de 2010, o BCE retirou de circulação um total de 364 mil notas de euros contrafeitas, perto de 6% abaixo do registado nos primeiros seis meses do ano.
A mesma fonte informa que na área do euro o maior número de apreensões entre Julho e Dezembro foi de notas de 50 euros (43,5% do total), seguidas pelas de 20 euros (38%). Por outro lado, a nota menos falsificada em circulação foi a de 5 euros (0,5%).
"A maioria (97%) das notas contrafeitas retiradas de circulação foi detectada em países da área do euro, tendo apenas cerca de 1,5% sido apreendidas em Estados-Membros da União Europeia não participantes na área do euro e 1,5% em outras partes do mundo", adianta o BdP.

Conheça os cinco melhores depósitos ‘online'

Um depósito para o prazo de um ano subscrito através da plataforma ‘online’ de um banco permite, em termos médios, TANB de 2,2%.

Comodidade. Esta é uma palavra-chave quando o tema em questão é optar por fazer aplicações financeiras através da Internet. Mas esta não é a única vantagem. Optar por subscrever um depósito a prazo na plataforma ‘online' de um banco pode também ser uma solução mais rentável. Apesar da época das grandes promoções já estar ultrapassada, ainda é possível encontrar nos sites dos bancos depósitos a prazo que oferecem remunerações acima da média e que conseguem resistir ao "bicho papão" da inflação. Segundo as nossas contas, com base em dados da Deco, os depósitos ‘online' por um prazo de um ano, em média, remuneram o dobro face ao que acontece com as aplicações efectuadas aos balcões das agências bancárias.

Ou seja, se dirigir-se ao balcão de um banco conseguirá, em média, uma taxa de juro anual bruta (TANB) de 1,5% na constituição de um depósito por um prazo de 12 meses. Já se optar por constituir uma aplicação com as mesmas características mas através de uma plataforma ‘online', a remuneração bruta sobe, em termos médios, para 2,2%.

Para esta análise foi considerada a informação disponibilizada pela Proteste Poupança no site da Deco (dados actualizados a 10 de Janeiro) sobre as remunerações bruta de 50 depósitos para um prazo de 12 meses de 19 instituições financeiras . Desse total, 17 são produtos acessíveis através das plataformas ‘online' dos bancos, enquanto os restantes 33 estão disponíveis ao balcão das agências. Entre as aplicações mais rentáveis disponíveis para esse prazo na Internet estão dois depósitos do Activobank e três produtos do Banif. A remuneração mais elevada- 4%, em termos brutos- é oferecida pelo depósito "Poupança Extra" do Activobank. Isto significa, para um depósito de 5.000 euros, um retorno líquido de 157 euros. Segue-se o "Superdepósito Banif@st", em que o Banif oferece uma TANB de 3%. Na banca tradicional, para o mesmo prazo, a melhor remuneração que se consegue é de 3,25%, que é dada pelo "Depósito Ouro Plus 12 meses" do banco Popular e pelo "Depósito a Prazo Crescente a 12 meses" do BPN. Ler Mais.....

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Caixas multibanco são tão sujas como retretes


As caixas de multibanco podem conter a mesma quantidade de bactérias do que uma retrete de uma casa de banho pública, segundo um estudo de uma empresa especializada em protecção bacterológica.
 
foto ARQUIVO JN
Caixas multibanco são tão sujas como retretes
 
Microbiologistas da empresa britânica BioCote decidiram avaliar o grau de contaminação bacteriológica da superfície de diversos locais públicos, como caixas multibanco, centros comerciais, bancos, supermercados e postos de gasolina.
Face aos resultados obtidos, os cientistas ficaram admirados ao conhecerem o número e diversidade de bactérias existentes nas caixas multibanco. Na maioria das que foram analisadas, foram encontrados "pseudomonads" e "bacillus", duas bactérias que podem causar diarreia.
"Ficámos realmente surpresos com o que encontrámos. Nunca imaginei que uma caixa automática pudesse ser tão suja. Existem muitas bactérias causadoras de doenças no teclado", garantiu o microbiologista Richard Hastings.
Além das caixas automáticas e das casas de banho públicas, o estudo apontou como locais mais sujos de uma cidade os telefones públicos, as paragens de autocarro, o interior e os assentos do metro e dos autocarros e as estações de caminho-de-ferro.
Mais tarde, num inquérito feito a cerca de três mil pessoas sobre higiene dos locais públicos, os investigadores apuraram que a maioria desconhece a quantidade de bactérias que existem nas caixas automáticas e nos assentos dos autocarros.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

PSI 20 dispara 2,4% com bancos em forte alta

Foi a melhor sessão do PSI 20 em mais de um mês. O BCP disparou 5%. BES e BPI acompanharam a tendência.



O índice de referência nacional valorizou hoje 2,4% para 7.460,62 pontos, num dia de fortes ganhos nas principais praças da Europa. A bolsa lisboeta destacou-se com um dos melhores desempenhos, sobretudo graças à valorização dos títulos da banca.
É que o Governo de José Sócrates anunciou hoje que o défice do Estado terá ficado abaixo dos 7,3% do PIB em 2010, tal como escreve o Diário Económico na edição de hoje. Este valor conseguiu acalmar ligeiramente o pessimismo dos mercados, estando o juro da dívida nacional a aliviar para menos de 7%.
Na Europa, os investidores tambémaplaudiram, com um regresso em força aos mercados accionistas, o anúncio do ministro das Finanças do Japão, que afirmou que o país irá comprar dívida europeia, tal como a China, com vista a travar a crise de dívida na zona euro.
Foi neste cenário que o índice espanhol IBEX 35 de Madrid subiu 1,5% e o francês CAC 40 somou 1,6%. Ler mais...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

10 temas escaldantes para manter debaixo de olho

As acções deverão voltar aos seus tempos áureos enquanto a banca tentará dar a volta e o ouro e o petróleo renovarão novos máximos.



Os últimos dez anos ficarão na História por, pela primeira vez em uma década, a rendibilidade das acções ter ficado abaixo do desempenho das obrigações e de outros activos mais defensivos. Este facto sustenta a ideia de muitos analistas de que o próximo ano e, particularmente, a próxima década, serão períodos bastante positivos para as acções. Os analistas que emitem regularmente notas de ‘research' sobre as empresas cotadas perspectivam mesmo uma valorização de 10% para as acções mundiais. "Com as taxas de juro nos países da OCDE a continuarem a providenciar nenhuma protecção para a inflação futura e o imobiliário deprimido ou, como estão as ‘commodities', num potencial território de bolha, as acções vão ser o melhor activo para investir", refere Andreas Utermann, da Allianz Global Investors, no ‘outlook' da empresa alemã para 2011.
Oportunidades para todos os perfis
Para os investidores mais avessos ao risco, 2011 promete também ser um ano de ganhos bastante interessantes. E a culpa é dos bancos, que em resultado da persistência da dificuldade em obterem financiamento no mercado deverão promover a emissão de produtos com taxas atractivas, como ocorreu o ano passado pela emissão de obrigações perpétuas ou obrigações convertíveis, e pela subida das taxas de remuneração dos depósitos a prazo.

As matérias-primas que estiveram em grande foco durante 2010 voltarão a marcar destaque este ano. O Barclays Capital (BarCap) refere que "os fundamentais da procura continuarão a melhorar com várias ‘commodities' a renovarem novos máximos em 2011 e 2012". Nesse sentido, os especialistas do BarCap, recomendam os investidores a apostarem no crude, cobre, milho e ouro. Ler Mais ....

Banca corta crédito às grandes empresas em 33%

O segmento das grandes empresas foi o mais afectado pelo corte de financiamento da banca em Novembro.



Em Novembro, as novas operações de crédito às grandes empresas somaram 1.633 milhões de euros, menos 33% face ao mês de Outubro, altura em que se fixaram em 2.440 milhões de euros.
De acordo com os dados preliminares do Banco de Portugal, este foi o segmento que sofreu o maior corte e contrasta com a maior disponibilidade dos bancos em conceder novos créditos às pequenas e médias empresas.
As PME absorveram 1.965 milhões de euros, mais 4% face ao mês de Outubro, revelou ainda o Banco de Portugal.
No que se refere aos particulares, os créditos para compra de habitação registam a quinta descida mensal. Os bancos concederam 727 milhões de euros às famílias para aquisição de casa própria. Este é o valor mais baixo desde Fevereiro de 2009.

Acções dos bancos perdem mais de 3% para mínimos

A bolsa nacional mantém as quedas acentuadas da abertura e segue com 18 títulos no vermelho. O BES afunda mais de 5%.



O principal índice português, o PSI 20, perdia 1,73% para 7.276,00 pontos com todos os títulos a registarem perdas, com excepção da Portugal Telecom, que progredia 0,11%, e da Brisa, que avançava 0,34%.
No resto da Europa, o dia também é de perdas, com o parisiense CAC 40 de Paris a retroceder 1,5% e o IBEX 35 de Madrid a recuar 0,9%, com os investidores preocupados com as notícias de pressões sobre Portugal para aceitar ajuda externa.
"É mais do que evidente que isto é o agravar da situação e do contexto nacional. Esta é uma queda em bloco, do índice como um todo", afirmou João de Deus, trader da Dif Broker, à Reuters.
Os títulos da banca eram os mais castigados, com o BES a tombar 5,24% para 2,51 euros, após ter negociado no valor mais baixo em 10 anos, nos 2,501 euros, enquanto o BCP, que já tocou em mínimos históricos nos 0,505 euros, perdia agora 3,7% para valer 0,52 euros.
No mesmo sentido, também o BPI cedia 3,8%, depois de já ter tocado num mínimo de 14 anos, nos 1,251 euros, numa altura em que o índice da Bloomberg para a banca europeia desce mais de 1%.
Nos mercados de dívida, o juro das Obrigações do Tesouro a 10 anos seguia a recuar para 7,05%, depois de ter sido revelado que o Banco Central Europeu (BCE) voltou hoje ao mercado para comprar dívida portuguesa, e também irlandesa e grega.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Madeira vai ter salário mínimo mais alto que o Continente

O Governo madeirense aprovou hoje a proposta que estabelece em 494,7 euros o valor do salário mínimo na região.
Esta decisão representa um acréscimo de 2% relativamente ao valor da remuneração mínima aprovada no território nacional, de 475 euros.
Vinho Madeira - Ilha da Madeira - Portugal

"Apesar das dificuldades da conjuntura actual, esta política de acréscimos é mantida na região, dado o alcance e os benefícios sociais daí decorrentes", lê-se numa nota divulgada pela Presidência do executivo regional.

Desde 1987 que esta medida é adoptada no arquipélago da Madeira como forma de contribuir para "a melhoria sustentada dos níveis remuneratórios dos trabalhadores que auferem esta remuneração, no cumprimento dos objectivos da política social do Governo Regional", sustenta a nota.

Há mais de duas décadas que o salário mínimo tem sido reforçado na região com um acréscimo de 2%, o que serve para "compensar os constrangimentos advindos dos custos de insularidade e, desta forma, contribuir para a melhoria das condições remuneratórias dos segmentos profissionais mais desfavorecidos".

A proposta hoje aprovada será agora submetida a votação na Assembleia Legislativa da Madeira.

Vídeo: "O BPN está a perder clientes todos os dias"

Com a campanha eleitoral, a reputação do BPN piora e o banco perde clientes. Para que banco? Para a Caixa? E de onde vem a liquidez para entregar aos clientes que "fecham" as suas contas? Da Caixa?


 Os Portugueses tem sentido de humor , porque o caso BPN é um doente e este , não morre da doença mas sim da cura conforme reportagem na RTP N .


Reportagem , Homens e Mulheres do Norte carago já perceberam.
O Norte com seus encantos


http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=461641

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Novo iphone dá horas de sono extra


Alguns utilizadores na Ásia tiveram umas horas de sono a mais, esta segunda-feira, por culpa do alarme do iPhone e do iPod. Várias queixas fizeram-se ouvir, sobretudo através de redes na Internet, sobre alarmes que não funcionam.
É mais um problema para a Apple, que está a ver-se confrontada com uma queixa em tribunal, nos Estados Unidos, por alegados defeitos de fabrico nestes equipamentos.

Samsung aumenta investimento


A Samsung vai aumentar o investimento em 18% este ano.
O grande conglomerado sul-coreano, que inclui as divisões de electrónica e de indústria pesada, deve investir este ano o equivalente a 30 mil milhões de euros.
Grande parte desse investimento vai para a nova geração de televisores de ecrã plano.
As vendas anuais da Samsung representam cerca de um quinto do Produto Interno Bruto da Coreia do Sul.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Portugueses gastam mais 14,6% em compras entre 27 de Dezembro e 2 de Janeiro

O montante de compras efectuadas através de pagamentos por Multibanco, entre os dias 27 de Dezembro e 2 de Janeiro, ascenderam a 643 milhões de euros. Um valor que representa mais 14,6% do que o valor do ano anterior.


Na semana em análise, “foram efectuadas, nos Terminais de Pagamento Automático da Rede Multibanco, 14,3 milhões de compras no valor de 643 milhões de euros”, refere a SIBS em comunicado. O valor das compras representa um aumento de 14,6% face ao mesmo período do ano anterior.

Já o montante de levantamentos nas Caixas Automáticas da Rede Multibanco ascendeu a 519 milhões de euros, tendo sido realizadas 7,1 milhões de operações. O valor dos levantamentos realizados no período em análise corresponde a um aumento de 4,3% face ao período homólogo.


Em média, o valor levantado por dia foi de 73 euros, e o valor médio dos pagamentos em lojas foi de 45 euros, adianta a mesma fonte.