quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dicas para cortar nos gastos com prendas de Natal 2011


Pequenos gestos podem fazer toda a diferença para evitar ficar com a carteira esvaziada este Natal.
Não existem muitas dúvidas de que o Natal é uma época do ano em que é exigido um maior esforço financeiro a muitas famílias. Conheça algumas dicas que o podem ajudar a reduzir a factura de gastos com as prendas de Natal.
1. Faça um mealheiro: 
Para evitar maiores "apertos" na altura das compras de Natal comece a colocar de parte com antecedência algum dinheiro. Sempre que tiver uma maior folga orçamental deposite algumas moedas nesse mealheiro.

2. Compre com antecedência: 
Não guarde para comprar prendas nos dias mais próximos do Natal. Nessa altura, o leque de opções é mais restrito bem como mais fácil é ceder a uma compra precipitada devido à pressa e ao facto das lojas e centros comerciais estarem apinhados. Ler Mais ....

Prestação da casa baixa em Dezembro

Quem tem o crédito indexado à Euribor a três meses vai ver a sua prestação cair perto de quatro euros este mês.
Os últimos tempos têm sido ricos em más notícias para os orçamentos das famílias portuguesas, mas alguns agregados deverão beneficiar de um ligeiro desafogo orçamental a partir do próximo mês. Apesar de ainda faltar um dia para o mês de Novembro terminar, já é possível sinalizar que em Dezembro alguns agregados familiares deverão ver os encargos com o empréstimo da casa baixar, atendendo à evolução das taxas Euribor ao longo deste mês. Os beneficiários desta boa notícia serão as famílias com crédito à habitação indexado à Euribor a três meses. Por sua vez, quem tiver o crédito associado às Euribor a seis e 12 meses deverá ter de esperar um pouco mais para ver os encargos mensais com a prestação da casa diminuir. Ler Mais ....

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Euribor sem tendência definida após duas sessões de subidas

As Euribor estão hoje sem tendência definida entre os ganhos e perdas, após duas sessões de somas consecutivas na generalidade das maturidades. 

Antes das subidas, as Euribor registaram quedas durante 12 sessões seguidas, devido ao corte da taxa de juro de referência da Zona Euro pelo Banco Central Europeu (BCE), no início de Novembro, para 1,25%.

Para além do corte da taxa de juro de referência da Zona Euro, o novo presidente do BCE, Mario Draghi, deu ainda a entender que poderia vir a baixar a taxa de juro novamente.

A taxa a um mês registou-se hoje inalterada nos 1,199%, e o indexante a três meses somou 0,2 pontos base para se fixar em 1,467%. A Euribor a seis meses manteve-se estável nos 1,694%.

Nas maturidades mais longas, a taxa a nove meses fixou-se inalterada nos 1,866%, e o indexante a doze meses recuou 0,2 pontos base para 2,029%.
As taxas interbancárias encontram-se hoje entre os ganhos e perdas, sem tendência definida após duas sessões de avanços consecutivas.
Fonte: Jornal de Negócos

Sem crédito isto vai correr mal..

Na semana passada perguntei a Vítor Gaspar e a Poul Thomsen se a economia portuguesa não enfrenta um 'credit crunch', susceptível de agravar a recessão de 2012.
Ambos afastaram esse cenário, embora Thomsen tenha sido mais enfático: o homem do FMI reconheceu que houve uma acentuada desaceleração no crédito, mas que não há sinais de que as empresas estejam a ser afectadas. E reafirmou, com Rasmus Rüffer, do BCE, que é um dos aspectos que a troika vai analisar na próxima revisão do programa português. Vítor Gaspar acabaria por ser menos taxativo...

Quem tem razão? As autoridades ou as empresas que se queixam cada vez mais de um 'credit crunch'? É verdade que as empresas tendem a exagerar... e que, às vezes, procuram bodes expiatórios para os seus erros. Mas na questão do crédito é bem provável que tenham razão: até as melhores empresas (incluindo as que exportam e ganham dinheiro) estão sem crédito. Situação agravada pelo braço-de-ferro entre a banca e as autoridades. .. Ler Mais....

terça-feira, 1 de novembro de 2011

CRASH NAS BOLSAS

O anúncio do referendo grego gerou o pânico nas bolsas europeias.
A decisão da Grécia de avançar com um referendo sobre o segundo resgate ao país, que prevê uma reestruturação da dívida grega acompanhada por um conjunto de novas medidas de austeridade, deixou os investidores em estado de choque.
"Esta decisão do Governo grego de realizar um referendo sobre o novo programa de ajuda financeira ao país e a possibilidade de este ser rejeitado aumenta o risco de incumprimento do país e o risco em relação à banca", explicou Luís Gonçalves, trader da GoBulling, à Reuters.
Para Alfredo de Sousa, trader do Banco Best, " a principal preocupação do mercado e o que mais penaliza a banca é a possibilidade do povo grego inviabilizar o referendo, traduzindo-se num 'default' para a Grécia e num incumprimento total da dívida aos bancos".  LER MAIS ....

'Superdepósitos' passam a ser penalizados a partir de hoje


As novas regras dos depósitos anunciadas pelo Banco de Portugal entram hoje em vigor.
A partir de hoje os bancos com 'superdepósitos', que superem em 300 pontos base os juros do mercado, vão ser penalizados nos rácios de capital, de acordo com uma decisão do Banco de Portugal que entrou hoje em vigor.
Com a instrução publicada na semana passada, para entrar hoje em vigor, o Banco de Portugal pretende conter a corrida às taxas de juro dos depósitos a prazo, penalizando uma parte dos depósitos que excedam a taxa Euribor e um 'spread' de 300 pontos base que deixam de poder ser contabilizados na rubrica fundos próprios. Ler Mais....

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Quanto vai descer a prestação da casa no próximo mês.

Quem tem o crédito indexado à taxa Euribor a três meses vai sentir a primeira descida do empréstimo da casa.
Taxa Euribor a três meses
As famílias que optaram por indexar o crédito à habitação à taxa Euribor a três meses são as primeiras a sentir as subidas mas também as descidas do indexante. Isso mesmo acontece em Novembro pela primeira desde há 18 meses. As famílias que fizerem a revisão da prestação no próximo mês serão as primeiras a sentir a nova tendência de queda das taxas Euribor. Embora a poupança mensal não seja significativa, a queda no valor da prestação deverá continuar nas próximas revisões. Para já, e tendo em conta um empréstimo de 120.000 euros, a 240 meses, com 1% de ‘spread', a prestação passará de 642 euros para 640 euros, o que equivale a uma poupança mensal de dois euros. Estas famílias vinham a sentir o efeito da subida do indexante desde Julho de 2010, e somavam já um aumento de 55 euros desde essa data. Ler Mais

quarta-feira, 30 de março de 2011

Com o meu primeiro ordenado comprei um Rolex


A premiada ‘designer’ de interiores, Nini Andrade Silva, conta como gere o seu dinheiro e considera-se uma investidora conservadora na gestão das suas poupanças.
Nasceu na Madeira e tem a sua impressão digital marcada nos quatros cantos do mundo. Nini Andrade da Silva é conhecida pelo seu trabalho na área de arquitectura e ‘design' de interiores. Entre os seus projectos mais recentes encontram-se alguns exemplos emblemáticos como o Hotel Teatro (no Porto), o The Vine Hotel (no Funchal) ou o Fontana Park Hotel (em Lisboa). Em entrevista feita por mail ao Diário Económico, Nini Andrade Silva explica que o valor do dinheiro está ligado ao esforço do trabalho.
Na sua opinião, o que é que o dinheiro não compra? 
O dinheiro não compra felicidade. Podemos até achar que ajuda, mas se nós próprios não aprendermos a buscar a felicidade dentro de nós, não será certamente o dinheiro que contribuirá para tal. Ler Mais....

terça-feira, 29 de março de 2011

Juros dos certificados de aforro sobem para máximos de 21 meses


Apesar da subida, a remuneração dos Certificados de Aforro é três vezes inferior à dos Certificados do Tesouro.
São boas notícias para os investidores mais conservadores. Quem subscrever Certificados de Aforro em Abril vai beneficiar de um juro mais atractivo. A taxa de juro para as novas subscrições deverá fixar-se nos 1,257% no próximo mês. Um valor que compara com os 1,174% actualmente em vigor. Trata-se da remuneração mensal mais elevada desde Julho de 2009. A contribuir para esta tendência positiva está sobretudo a evolução da Euribor a três meses nas últimas semanas.
Recorde-se que esta taxa interbancária serve de referência para o cálculo da remuneração dos Certificados de Aforro e tem estado a subir de forma mais acentuada nas últimas semanas com a expectativa de que o Banco Central Europeu suba a taxa de juro de referência da Zona Euro, em Abril.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Um em cada três jovens adultos pensa que pagar com cartão de crédito não é gastar dinheiro

Foi uma das notícias da semana que passou no Reino Unido: um estudo em colaboração que envolveu o Barclays, algumas instituições assistencialistas vocacionadas para apoiar os jovens e um instituto de investigação independente (Social Market Foundation) conduziram um inquérito entre 1250 jovens entre os  16 e os 24, procurando conhecer melhor as suas competências em termos de literacia financeira e gestão das finanças pessoais.
Além de terem apurado a importância do aconselhamento junto do ”Banco dos Papás” e amigos, descobriram que um terço dos inquiridos não considerava que usar o cartão de crédito representasse uma forma de gastar dinheiro.
O Reino Unido tem em marcha o desenvolvimento de conteúdos currículares para o ensino de conceitos de literacia financeira. Como será por cá?
No caso dos detentores de cartões de crédito, dos 43% que não pagam a totalidade do saldo em dívida no final do mês apenas 22% dizem saber qual o valor exacto da taxa de juro associada ao cartão.”
“Questionados sobre o conceito de Euribor, apenas 9% dos inquiridos respondem com rigor e apenas 17% revelam saber o significado do spread que incide sobre uma taxa de juro de referência.”
“Embora a maioria dos inquiridos (73%) saibam correctamente identificar o saldo num extracto de conta, apenas 46% demonstram saber calcular esse saldo após uma simples operação de débito da conta ou têm noção do conceito de descoberto bancário. Os resultados são também menos positivos na avaliação do grau de risco de produtos financeiros.”


Saiba como ganhar dinheiro com a crise


Seis soluções para tirar partido da crise que afecta o Estado, os bancos, o sector imobiliário, os combustíveis e a bolsa.
Há vidas que davam um filme. A vida do investidor americano Jesse Livermore, nascido em 1877, é um desses casos. O seu percurso familiar vaticinava-lhe como destino uma vida dedicada a a agricultura. Mas Livermore quis fintar essa "sina". Reza a lenda que saiu de casa muito novo, com apenas cinco dólares no bolso, mas aos 15 anos já trabalhava como ‘trader'. Livermore fez crescer os cinco dólares que tinha no bolso para uma fortuna de vários milhões de dólares. Como? Durante o ‘crash' de 1929, tomou posições curtas (a apostar na queda das acções). Resultado: ganhou mais de 100 milhões de dólares após o ‘crash'. Embora o percurso de Livermore não tenha sido linear- ganhou e perdeu a sua fortuna por várias vezes ao longo da sua vida- o episódio revela que mesmo nos momentos mais críticos da economia é possível gerar ganhos. E a actual crise não é excepção. Ler Mais....

quinta-feira, 24 de março de 2011

Banca nacional precisa de 10,5 mil milhões no teste de ‘stress’ da S&P


A agência de ‘rating’ S&P realizou os seus próprios testes. Se os cenários extremos utilizados se confirmassem, três bancos teriam de aumentar capital.
Se o cenário negro traçado pela Standard & Poor's (S&P) acontecesse, os bancos portugueses precisariam de 10,5 mil milhões de euros para se recapitalizarem. A agência de ‘rating' realizou o seu próprio ‘stress test' à banca europeia, assumindo uma degradação económica gradual no espaço de cinco anos (2011 a 2015).
Entre os choques considerados, a análise feita assume, por exemplo, uma queda global do PIB de 20% em Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha, de 70% das bolsas nestes mesmos países e de 45% do mercado imobiliário, igualmente nestas quatro economias. São igualmente consideradas deteriorações macroeconómicas nos restantes países europeus, mas bastante mais suaves. As evoluções negativas utilizadas não são anuais mas sim sempre no acumulado dos cinco anos considerados. A agência faz questão de repetidamente ir referindo no estudo agora publicado que o trabalho realizado não tem por base as suas estimativas quanto ao que será a evolução da situação económica europeia. O objectivo é, pelo contrário, assumir cenários pessimistas para poder medir a resistência de cada economia e de sectores como o bancário e o segurador aos mesmos. A agência diz mesmo ser "improvável" que os cenários teóricos utilizados se materializem.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Um "site", um livro, uma revista

Os empreendedores em série, ou seja, aqueles que voam de projecto para projecto a grande velocidade, são um grande risco para os investidores.


Os empreendedores em série, ou seja, aqueles que voam de projecto para projecto a grande velocidade, são um grande risco para os investidores. Esta é a principal conclusão de uma pesquisa realizada por Deniz Ucbasaran, Paul Westhead e Mike Wright, a qual pode ser lida no site da "Harvard Business Revivew".

"Os empreendedores em série são uma raça diferente. Mesmo aqueles que tiveram aulas específicas para avaliar o que funcionou e o que falhou, mantêm o seu optimismo intacto apesar do fracasso. Outros recusam-se em saber por que é que falharam. 'Passar o tempo a pensar sobre o que aconteceu é um bilhete para o cemitério' disse um deles", anotam os autores.

Ao contrário dos chamados empreendedores de portfólio, que são capazes de ajustar as suas expectativas de acordo com as experiências, os empreendedores em série são excessivamente optimistas, em parte devido à profunda dor que sentem. "A investigação psicológica sugere que emoções fortes levam muitas vezes as pessoas a culparem os outros ou eventos externos, em vez de a si mesmos, para que possam manter uma aparência de auto-estima e um sentimento de controle", salientam estes especialistas. E, não raras vezes, os investidores tropeçam nestes empreendedores.

O www.hbr.org é um dos "sites" mais relevantes em termos de informação económica e empresarial. No seu computador deve-o colocar nos favoritos.

Ouro aproxima-se de recorde em Londres

O ouro está perto do máximo histórico em Londres, impulsionado pelos conflitos na Líbia e no Médio Oriente e pelos receios em torno da crise da dívida europeia.

O ouro está a escalar no mercado londrino. A contribuir para a tendência estão sobretudo as tensões na Líbia e no Médio Oriente, bem como as preocupações relativas à crise da dívida da Zona Euro.

Este contexto está a provocar um aumento da procura de investimentos alternativos e seguros, como é o caso do ouro – que está uma vez mais a assumir o papel de valor-refúgio.

O ouro para entrega imediata, negociado em Londres, está a subir 0,42% para 1.434,18 dólares por onça. Recorde-se que o máximo histórico é de 1.444,95 dólares e foi atingido a 7 deste mês.
Também o ouro para entrega em Abril, negociado no mercado de futuros de Nova Iorque, aprecia-se 0,37% para 1.432,90 dólares por onça.

“Os preços do ouro poderão continuar a ser suportados no curto prazo pelos conflitos no Médio Oriente”, disse à Bloomberg um analista da MF Global Holdings em Chicago, Tom Pawlicki.

“O ouro poderá ser sustentado também pelos receios em torno da crise da dívida soberana na Zona Euro. As preocupações relativas à segurança da moeda única podem voltar a dar um empurrão às matérias-primas e aos bens fixos e imobilizados, que poderão assim assumir um estatuto de valor-refúgio”.
Fonte. Jornal de Negócios

terça-feira, 22 de março de 2011

Famílias fogem dos certificados de aforro

Portugueses aplicaram apenas 30 milhões de euros nestas aplicações no mês de Fevereiro.
Apesar da taxa Euribor a 3 meses, que serve de referência para a remuneração dos certificados de aforro, ter escalado 17,8 pontos base desde o início do ano, a procura por estes produtos de poupança continua em queda.
De acordo com dados do boletim mensal de Março do IGCP, divulgado hoje, foram 289 milhões de euros que em Fevereiro as famílias portuguesas retiraram dos certificados de aforro face aos 30 milhões de novas subscrições. 

Estas operações traduziram-se assim num saldo líquido negativo de 259 milhões de euros e no 26º mês consecutivo em que o saldo líquido dos certificados de aforro registou um valor negativo. 

Do lado oposto estiveram os certificados do Tesouro que, no mês passado, contaram com um volume de novas subscrições de 138 milhões de euros, mais 31% que o registado em Janeiro, colocando o volume de subscrições totais destes produtos de poupança, indexados à evolução da ‘yield' das obrigações do Tesouro a 5 e 10 anos, nos 897 milhões de euros no final do mês de Fevereiro

Depósitos atingem novo máximo histórico


O valor dos depósitos dos particulares junto da banca aumentou em Janeiro, pelo quarto mês consecutivo, voltando a atingir máximos históricos, indicou o Banco de Portugal.
De acordo com o Boletim Estatístico publicado, esta terça-feira, pelo Banco de Portugal, o valor dos depósitos dos particulares situou-se nos 119409 milhões de euros em Janeiro, o que representa um aumento de 420 milhões de euros face a Dezembro.
O valor registado em Janeiro ultrapassa pela segunda vez a fasquia dos 119 mil milhões de euros, já atingida em Julho de 2010, e situa-se como um novo máximo histórico, desde que o Banco de Portugal dispõe destes dados, ou seja, Outubro de 1989.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Notas falsas apreendidas em Portugal sobem para níveis recorde


Em 2010, foram apreendidas quase 19 mil notas contrafeitas, o equivalente a um milhão de euros.
O título de maior falsificador de dinheiro na Europa ainda pertence a um português, Artur Alves dos Reis. A história remonta a 1925, ano em que conseguiu, com a colaboração de uma alargada equipa de "especialistas" cúmplices, falsificar uma ordem de impressão de dinheiro do Banco de Portugal e enviá-la para Inglaterra. Foram impressas 200 mil notas com o valor nominal de 500 escudos que, actualmente, corresponderiam a, pelo menos, 1,4 milhões de euros. A maior produção de dinheiro falso - totalmente verdadeiro - acabou por ser revelada nas páginas do "O Século".
Actualmente, o BdP disponibiliza, no âmbito da sua função de emissão monetária e regulação do sistema fiduciário, um programa de formação sobre o conhecimento das notas de euro. Será que, 85 anos depois da maior falsificação europeia, vários Alves dos Reis já aproveitaram para aprofundar conhecimentos, de forma gratuita, nessas acções de formação?
Com maior ou menor qualidade na falsificação, a verdade é que, em 2010, o banco central português apreendeu o maior número de notas contrafeitas em Portugal desde a introdução física do euro em Janeiro de 2002.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Como aprender a gerir melhor as suas finanças pessoais


Entre livros, cursos e aplicações informáticas, são diversas as ferramentas disponíveis que prometem ajudá-lo a gerir o seu dinheiro.
Sabe exactamente o que significam expressões como ‘spread' ou Euribor? Caso a sua resposta a esta questão seja negativa não estranhe. Será apenas mais um elemento entre o vasto número de portugueses que desconhecerá o verdadeiro significado de qualquer uma dessas palavras. No primeiro inquérito à literacia financeira da população portuguesa, realizado pelo Banco de Portugal em 2010, a proporção de inquiridos que não soube responder correctamente sobre o significado da Euribor e do ‘spread' foi de 91% e 83%. Se tivermos em conta que cerca de 2,5 milhões de portugueses têm um crédito à habitação, esse desconhecimento ganha peso. Contudo, este tipo de ignorância abrange muitas outras áreas das finanças pessoais e, tendo em conta o exigente cenário económico que o País enfrenta, pode ter implicações muito maiores nos bolsos dos portugueses.
Talvez por essa razão, não é de estranhar que as prateleiras das livrarias estejam a encher-se de literatura relacionada com a gestão das finanças pessoais. Ao mesmo tempo, têm também surgido cursos ou ‘workshops' cujo objectivo é familiarizar as pessoas com determinados conceitos, bem como a gestão do seu dinheiro. Teresa Caldeira, formadora da Nova-Etapa e com experiência em várias áreas da banca de retalho e banca de investimento, concorda que esta tendência é uma consequência da crise. "Quem antes não se preocupava, por exemplo, com as questões de financiamento agora já está interessado em saber como chegar junto de uma instituição e negociar o seu crédito", exemplifica. "O analfabetismo financeiro é gravíssimo, por isso este tipo de formações é importante, já que permite dar conhecimentos básicos às pessoas", acrescenta. Ler mais...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Taxas Euribor interrompem ciclo de quedas

Indexantes do crédito à habitação subiram hoje nos principais prazos, corrigindo das quedas recentes.



As taxas Euribor subiram hoje nos principais prazos, interrompendo o ciclo de quedas que tinha vindo a registar nas últimas sessões. A Euribor a três meses subiu 0,3 pontos base para 1,17% e a taxa a seis meses subiu para 1,477%, depois de quatro sessões a perder terreno. A Euribir 12 meses avançou para 1,915%. 
Estas taxas, que são as mais usadas como indexantes nos empréstimos à habitação em Portugal, continua a reflectir a expectativa de subida dos juros na Zona Euro, depois de no início deste mês Jean-Claude Trichet, o presidente do BCE, ter dito que é possível um aumento de juros na próxima reunião.

A confirmar-se, o preço do dinheiro naZona Euro deverá ser colocado em 1,25% na primeira semana de Abril. E as taxas Euribor deverão descontar esta diferença até lá. 

É que as taxas Euribor, sendo também taxas interbancárias (ou seja, são os juros cobrados pelos bancos entre si para se financiarem) costumam acompanhar a evolução da taxa directora, definida pelo BCE.

Assim, será de esperar que, pelo menos, a taxa a três meses continue a subir mais para conseguir descontar a totalidade do aumento de juros. É que a Euribor a três meses continua a negociar abaixo dos 1,25%.

A expectativa dos economistas, que anteriormente era de uma subida de juros este ano, está a ser elevada, por muitos, para que no final deste ano o preço do dinheiro esteja nos 1,75%, após três aumentos de juros. Um em Abril, outro em Setembro e depois um terceiro em Dezembro.

Contudo, só a evolução da inflação e das expectativas em relação à economia vão ditar a evolução do preço do dinheiro na Zona Euro. Hoje o Eurostat revelou que a inflação da Zona Euro subiu em Fevereiro para 2,4%.

terça-feira, 15 de março de 2011

Crédito ao consumo vai ficar mais caro a partir de Abril


Portugal é o terceiro país da Zona Euro com juros mais altos.
A imposição de taxas de juro máximas nos contratos de crédito aos consumidores foi uma medida aprovada pelo Governo no âmbito do Dia Mundial do Consumidor em 2009 e que entrou em vigor em Janeiro de 2010. No entanto, esta fixação das taxas continua a manifestar-se insuficiente para tirar Portugal do pódio dos países mais caros da Zona Euro.
O Banco de Portugal divulgou ontem os juros que a banca e as instituições financeiras de crédito especializado vão poder cobrar no próximo trimestre, onde é notório um aumento nos vários tipos de contratos face aos três primeiros meses deste ano. Contudo, a subida é mais acentuada nos cartões de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto que, a partir do mês de Abril, atingem o valor mais elevado desde que as taxas entraram em vigor. Há quatro trimestres consecutivos a subir, a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) máxima nos cartões de crédito ascende a 34,3%, o que compara com os actuais 33,2%. A este recorde não é alheia a actual conjuntura de dificuldades de financiamento que afecta a banca e as instituições especializadas, para quem é um imperativo obter liquidez e restringir a concessão de empréstimos, numa altura em que a cobrança duvidosa no consumo atinge os 8,23%, o rácio mais elevado em todos os segmentos de crédito.

Sonae investe 10 milhões para juntar Modelo e Continente


O grupo concentra-se numa única marca alimentar para dar melhores preços e promoções.
A fusão entre as marcas Continente e Modelo está visível a partir de hoje nas 176 superfícies da Sonae. Com um investimento de 10 milhões de euros, o grupo liderado por Paulo Azevedo mudou a sinalética das lojas em três semanas e lançou uma campanha publicitária - desenvolvida pela Euro RSCG - sobre a marca única Continente.
Luís Moutinho, presidente-executivo da Sonae MC, ‘sub-holding' do grupo para o retalho alimentar, afirmou ontem na apresentação da marca única que a fusão do Modelo com o Continente não foi decidida por "uma preocupação de eficiência", mas sim "querer ser mais forte na comunicação, mas também nos preços, promoções variedade, no serviço e agora na proximidade e conveniência", dois conceitos adquiridos com a marca Modelo.
A partir de hoje, os antigos Modelo passam a ter esta imagem e a chamar-se Continente Modelo

sexta-feira, 11 de março de 2011

Portugueses retiram 3,5 mil milhões dos fundos em menos de um ano


Fevereiro mantém tendência dos últimos dez meses, com a saída de mais de 200 milhões de euros.
Os portugueses continuam a fugir dos fundos de investimento. A fuga já dura há onze meses consecutivos e resulta num saldo líquido negativo significativo. Contas feitas, os investidores retiraram 3,5 mil milhões de euros destes instrumentos desde Abril do ano passado. A turbulência registada nos mercados financeiros, consequente da crise de dívida, levou os investidores a apostar em produtos com menor risco, como os depósitos, em detrimento dos fundos. Por outro lado, o rendimento cada vez menos disponível no bolso dos portugueses pode estar a levá-los a resgatar investimentos. A tendência de saída dos fundos tem-se mantido este ano e voltou a repetir-se no mês passado.
De acordo com o relatório mensal divulgado ontem pela APFIPP, em Fevereiro foram retirados mais de 200 milhões de euros dos fundos de investimento geridos por sociedades portuguesas. Apesar das subscrições terem atingido os 664,5 milhões de euros, os resgates ascenderam a 865,7 milhões, resultando num saldo líquido negativo mensal de 201,3 milhões de euros. Com a fuga de Fevereiro, o saldo das subscrições líquidas (subscrições menos regastes) desde o arranque do ano é negativo em 383 milhões de euros.

O que as empresas procuram nos jovens à rasca

Aptidões certas, trabalhar em equipa, adaptação a novas áreas, mobilidade, responsabilidade é a resposta.

"Nós, desempregados, ‘quinhentos-euristas' e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal." Assim começa o manifesto da "Geração à rasca" que sai à rua amanhã para fazer ouvir o seu descontentamento. Um descontentamento que o Presidente da República apoiou com o seu apelo ao "sobressalto cívico".
"Façam ouvir a vossa voz. Este é o vosso tempo", disse Cavaco Silva, no seu discurso da tomada de posse. Com 276,7 mil jovens no desemprego, em 2010, mais 10,06% face ao ano anterior, a pergunta é: o que procuram os empresários nos jovens no momento de contratar? Aptidões certas, capacidade de trabalho em equipa e de adaptação a novas áreas, mobilidade geográfica e sentido de responsabilidade foi a resposta que o Diário Económico recebeu de empresários e empresas de recrutamento.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Beatriz Rubio: REMA/AX "'Encarar o mercado com pragmatismo e criatividade'

Perspectivas 2011.

Enfrentamos tempos difíceis. O país procura enfrentar as dificuldades com austeridade e contenção e os negócios e os cidadãos ressentem-se deste cenário. O que fazer? Lamentar a conjuntura e todos os factores e agentes que a potenciaram ou recentrar, reorganizar e recomeçar? Eu opto pelo segundo caminho, aquele a que chamo pragmatismo. 

Não vale a pena lamentos que nada mudam nem protestes inconsequentes é preciso olhar de frente para as situações e encontrar soluções à altura. 

Esta é a nossa postura RE/MAX e a forma como queremos dar a volta ao estigma da crise que inibe mentes e projectos. 

Prefiro ser optimista e estudar a História: sempre houve crises e dificuldades que geraram novos paradigmas, novos mercados, novas formas de fazer as coisas, e as sociedades reergueram-se.

O mercado imobiliário vai ressentir-se desta conjuntura como se tem ressentido nos últimos anos. 

A décadas de crescimento, sucedem-se décadas de abrandamento a que se sucederão, a seu tempo, novos crescimentos. Significa isto que neste momento não há mercado? Que não há potencial de desenvolvimento do negócio, de crescimento? Todo o contrário. 

O mercado existe e o potencial para crescer é enorme. Vejamos: cerca de 40% das transacções imobiliárias em Portugal ainda são directas ou seja, entre proprietários. Temos 40% de um mercado para conquistar. Quantos negócios podem dizer o mesmo? Ler Mais ...

Novo exame à banca europeia mais pessimista quanto a Portugal


Testes de ‘stress’ deste ano deverão prever cenário de ‘haircut’ de 20% para a dívida portuguesa.
Os testes de ‘stress' que vão ser feitos em breve à banca europeia deverão prever um cenário mais pessimista para a dívida soberana portuguesa. De acordo com o Financial Times, os novos exames ao sector financeiro vão assumir um possível ‘haircut' (desconto em relação ao valor facial da dívida) de 20% para as obrigações do Tesouro a cinco anos. Os testes realizados no ano passado previam um desconto de 14,1% em 2011 no cenário adverso.
De acordo com o mesmo jornal, também a dívida soberana espanhola irá sofrer um agravamento, ainda que bem mais ligeiro. O ‘haircut' a considerar nos testes, no cenário teórico adverso, é de 15%, face aos 12% considerados nos testes do ano passado. Para as restantes dívidas soberanas europeias serão igualmente desenhados cenários e consoante as especificidades das carteiras de dívida de cada banco, assim o efeitos destes testes sobre os mesmos.