segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Euribor sem tendência definida após duas sessões de subidas

As Euribor estão hoje sem tendência definida entre os ganhos e perdas, após duas sessões de somas consecutivas na generalidade das maturidades. 

Antes das subidas, as Euribor registaram quedas durante 12 sessões seguidas, devido ao corte da taxa de juro de referência da Zona Euro pelo Banco Central Europeu (BCE), no início de Novembro, para 1,25%.

Para além do corte da taxa de juro de referência da Zona Euro, o novo presidente do BCE, Mario Draghi, deu ainda a entender que poderia vir a baixar a taxa de juro novamente.

A taxa a um mês registou-se hoje inalterada nos 1,199%, e o indexante a três meses somou 0,2 pontos base para se fixar em 1,467%. A Euribor a seis meses manteve-se estável nos 1,694%.

Nas maturidades mais longas, a taxa a nove meses fixou-se inalterada nos 1,866%, e o indexante a doze meses recuou 0,2 pontos base para 2,029%.
As taxas interbancárias encontram-se hoje entre os ganhos e perdas, sem tendência definida após duas sessões de avanços consecutivas.
Fonte: Jornal de Negócos

Sem crédito isto vai correr mal..

Na semana passada perguntei a Vítor Gaspar e a Poul Thomsen se a economia portuguesa não enfrenta um 'credit crunch', susceptível de agravar a recessão de 2012.
Ambos afastaram esse cenário, embora Thomsen tenha sido mais enfático: o homem do FMI reconheceu que houve uma acentuada desaceleração no crédito, mas que não há sinais de que as empresas estejam a ser afectadas. E reafirmou, com Rasmus Rüffer, do BCE, que é um dos aspectos que a troika vai analisar na próxima revisão do programa português. Vítor Gaspar acabaria por ser menos taxativo...

Quem tem razão? As autoridades ou as empresas que se queixam cada vez mais de um 'credit crunch'? É verdade que as empresas tendem a exagerar... e que, às vezes, procuram bodes expiatórios para os seus erros. Mas na questão do crédito é bem provável que tenham razão: até as melhores empresas (incluindo as que exportam e ganham dinheiro) estão sem crédito. Situação agravada pelo braço-de-ferro entre a banca e as autoridades. .. Ler Mais....

terça-feira, 1 de novembro de 2011

CRASH NAS BOLSAS

O anúncio do referendo grego gerou o pânico nas bolsas europeias.
A decisão da Grécia de avançar com um referendo sobre o segundo resgate ao país, que prevê uma reestruturação da dívida grega acompanhada por um conjunto de novas medidas de austeridade, deixou os investidores em estado de choque.
"Esta decisão do Governo grego de realizar um referendo sobre o novo programa de ajuda financeira ao país e a possibilidade de este ser rejeitado aumenta o risco de incumprimento do país e o risco em relação à banca", explicou Luís Gonçalves, trader da GoBulling, à Reuters.
Para Alfredo de Sousa, trader do Banco Best, " a principal preocupação do mercado e o que mais penaliza a banca é a possibilidade do povo grego inviabilizar o referendo, traduzindo-se num 'default' para a Grécia e num incumprimento total da dívida aos bancos".  LER MAIS ....

'Superdepósitos' passam a ser penalizados a partir de hoje


As novas regras dos depósitos anunciadas pelo Banco de Portugal entram hoje em vigor.
A partir de hoje os bancos com 'superdepósitos', que superem em 300 pontos base os juros do mercado, vão ser penalizados nos rácios de capital, de acordo com uma decisão do Banco de Portugal que entrou hoje em vigor.
Com a instrução publicada na semana passada, para entrar hoje em vigor, o Banco de Portugal pretende conter a corrida às taxas de juro dos depósitos a prazo, penalizando uma parte dos depósitos que excedam a taxa Euribor e um 'spread' de 300 pontos base que deixam de poder ser contabilizados na rubrica fundos próprios. Ler Mais....